Skip to main content
Original para a Internet

Cura de complicações durante a gravidez e um parto harmonioso

DO Arauto da Ciência Cristã . Publicado on-line – 14 de março de 2019


É com profundo senso de gratidão que quero relatar algumas curas que ocorreram durante os últimos meses da minha segunda gravidez, o que culminou no nascimento rápido e inteiramente harmonioso de minha filha, há cerca de um ano e meio, uma semana antes do dia de Ação de Graças. 

Quando descobri que meu marido e eu iríamos ter nosso segundo bebê, fiquei muito contente. Então, imediatamente comecei a orar para ver essa experiência sob uma luz inteiramente espiritual, como uma oportunidade de demonstrar o poder do Amor divino para superar o medo relativo ao passado. O nascimento do meu primeiro filho havia sido difícil e desafiador e, embora eu estivesse muito grata pela vinda de um lindo e saudável garotinho, aquela experiência continuava na minha memória com uma sensação de fracasso. Eu estivera orando para corrigir essa perspectiva da gravidez e do parto, e para substituí-la com o que está descrito em Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, de Mary Baker Eddy, “a nova ideia” sendo “concebida pela Verdade e pelo Amor” e “envolta em alvas vestes” (p. 463).

Periodicamente, eu ligava para uma Praticista da Ciência Cristã para orar por mim nesse período. Também, entrei em contato com uma enfermeira da Ciência Cristã para me atender com amoroso apoio prático durante e depois do nascimento do bebê.

Voltei a examinar as anotações que guardara do apoio metafísico de uma Praticista da Ciência Cristã, durante minha primeira gravidez e me regozijei com as verdades espirituais cheias de Amor divino. Além disso, comecei a ler Ciência e Saúde de capa a capa. Dei-me conta de que nunca havia lido esse livro-texto de forma seguida, do começo ao fim, e achei que seria um ótimo exercício em preparação para o nascimento do bebê. Durante os primeiros sete meses, todos os exames solicitados pelos médicos foram tranquilos e não deram muito trabalho; eu fiquei grata pela harmonia.

Contudo, quando um exame de rotina mostrou uma anormalidade e o risco de sérias complicações, imediatamente liguei para a praticista que estava orando comigo. Ela me assegurou que eu não tinha nenhuma razão para ficar desanimada e que esse era apenas um chamado para aprofundarmos nossa compreensão sobre a realidade, sobre o fato de que o bebê e eu somos criações espirituais que refletem a perfeita substância de Deus. Nós trabalhamos em oração com a ideia de que essa alegação da medicina era apenas uma crença errônea na qual não precisávamos acreditar, porque não era de Deus, e de que Ele estava mantendo o bebê e a mim completamente em segurança.

Eu sabia que por eu ser uma ideia espiritual de Deus, todas as minhas funções são na verdade unicamente espirituais, não materiais. No parágrafo de Ciência e Saúde intitulado “Obstetrícia científica”, já citado anteriormente, também lemos que: “Uma ideia espiritual não contém nem um só elemento do erro, e essa verdade remove devidamente tudo o que é nocivo” (p. 463). Eu me apeguei a essa ideia do perfeito funcionamento espiritual e me empenhei para eliminar o temor de ser rotulada de “alto risco” e ser transferida da maternidade que eu escolhera para um hospital, na hora de dar à luz, como acontecera na experiência anterior.

A parteira solicitou que eu monitorasse diariamente certos índices sanguíneos e voltasse na semana seguinte. Ela me assegurou que, se esses índices estivessem controlados, eu não teria de ser transferida da maternidade, mas disse que provavelmente eu teria de continuar testando várias vezes ao dia, durante toda a gestação. Orei com o desejo de compreender minha natureza espiritual e achei este ensinamento, no livro de Isaias, particularmente útil: “...assim diz o Senhor, que te criou, ó Jacó, e que te formou, ó Israel: Não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome, tu és meu” (43:1). Se Deus havia formado tanto o bebê quanto a mim e havia nos declarado Seus filhos, nós não poderíamos deixar de ser perfeitos sob todos os aspectos.

Na visita seguinte, a parteira ficou alegremente surpresa com os resultados consistentemente normais que eu registrara. Após uma segunda semana de resultados completamente normais, não fui mais solicitada a continuar com os testes, e a possibilidade de complicações não foi mais mencionada.

Durante as últimas semanas da gestação, a parteira ficou preocupada por minha pressão sanguínea ser muito alta. Essa crença também foi anulada pela Verdade, mediante oração. Adquiri um senso palpável de estar sendo cuidada e cercada pelo Amor divino e a pressão sanguínea rapidamente voltou ao normal.

Ao se aproximar a data prevista para o nascimento do bebê, veio a mensagem angelical de que eu necessitava apagar completamente toda crença material sobre gravidez, parto e crescimento do bebê. Isso incluía até mesmo as crenças em providências ditas práticas, de como se preparar para dar à luz ou ficar preocupada em saber qual o momento de ir para a maternidade. Em Ciência e Saúde lemos: “A evidência da imortalidade do homem se tornará mais perceptível à medida que as crenças materiais forem abandonadas e os fatos imortais quanto ao existir forem admitidos” (p. 428).

A praticista e eu oramos com o fato imortal de que, na realidade, não há nenhum processo de nascimento material, ou seja, só existe a bela revelação de uma ideia espiritual eternamente completa e perfeita. Deus estava “dando essa criança à luz” e estava no total controle de todos os detalhes. Novamente me firmei na ideia do funcionamento espiritual em relação ao parto e ao nascimento e pensei em como as qualidades de movimento correto, serenidade, tranquilidade, força, são todas concedidas pela Mente divina.

Os meses de profundo estudo espiritual renderam frutos na mais bela e harmoniosa experiência de parto que eu poderia ter imaginado. Quando certa manhã acordei cedo e constatei que minha bolsa tinha se rompido, imediatamente liguei para a praticista, para a enfermeira da Ciência Cristã, para a parteira e depois acordei meu marido. Para nossa surpresa, a menina nasceu trinta minutos depois, em casa, sem a presença de ninguém exceto meu marido e eu. Nós simplesmente testemunhamos a sua vinda. Deus verdadeiramente a trouxe à luz! Não houve nenhuma fase do trabalho de parto, exceto algumas contrações iniciais e não houve dor alguma durante o nascimento. Um técnico em emergências médicas, muito gentil, que fora enviado pela parteira, chegou logo depois do nascimento da bebê e comentou quão serena e calma ela estava. Eu também me recuperei rapidamente e, no dia seguinte, já subia e descia livremente as escadas da nossa casa.

Demos o nome Grace para nossa filha e serei eternamente grata pela oportunidade que tive de testemunhar a graça de Deus, revelando essa preciosa ideia divina a cada passo do caminho. 

Jessica Raflo
Greenville, Carolina do Sul, EUA

More web articles

A Missão dO Arauto

Quando Mary Baker Eddy estabeleceu o Arauto em 1903, ela disse que sua missão era a de "anunciar a atividade e a disponibilidade universal da Verdade" (The First Church of Christ, Scientist, and Miscellany, p. 353).

O Arauto registra, em suas páginas, a transformação que ocorre na vida de muita gente e mostra que cada um de nós pode chegar à Verdade.

Que alegria pensar que o efeito da Verdade atua na consciência humana, trazendo cura e renovação! Nosso Mestre, Cristo Jesus, nos prometeu algo que de fato está se cumprindo: "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará" (João 8:32).

Cyril Rakhmanoff, O Arauto da Ciência Cristã, edição de julho de 1998
Conheça melhor O Arauto e sua missão.