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Original para a Internet

Cura de dedo quebrado

Da edição de setembro de 2018 dO Arauto da Ciência Cristã

Publicado anteriormente como um original para a Internet em 9 de julho de 2018.


O outono é uma estação de preparativos nas montanhas de Serra Nevada, na Califórnia, época de preparar-nos para as neves vindouras que cobrem tudo, e estocar suprimentos para os meses de frio, cujos dias são mais curtos e as noites mais longas. Uma vez, depois de trabalhar o dia inteiro cortando, rachando e transportando lenha para lareira, uma tora de uns 22 quilos caiu do trailer, de uma altura de um metro e meio, direto no dedo mindinho da minha mão esquerda. Notei, ao tirar a luva, que o dedo não só estava roxo, mas também quebrado.

Imediatamente recoloquei a luva e me sentei para orar e poder ver a verdade a respeito desse incidente. Somos bombardeados todos os dias por centenas de coisas que o mundo diz que são inevitáveis: a doença, os problemas financeiros e familiares, os acidentes, a crueldade, etc. Mas, alguns dias antes, eu havia assistido a uma conferência da Ciência Cristã em nossa igreja, e desde essa ocasião eu estava orando a respeito do conceito de inevitabilidade, e também a respeito do modo como as leis de Deus anulam aquilo que denominamos leis da natureza.

Eu estivera estudando o relato bíblico de quando Cristo Jesus ressuscitou Lázaro (ver João 11:1–44). Lemos que quando Jesus chegou, fazia quatro dias que Lázaro havia morrido. Naquela época a crença popular entre os judeus era de que o espírito da pessoa continuava no cadáver ou nas proximidades por três dias. Ao restaurar e ressuscitar Lázaro no quarto dia, Jesus provou que a lei de Deus realmente é a única lei, constante e sempre em operação.

Mary Baker Eddy, a Descobridora da Ciência Cristã, explica no livro-texto da Ciência Cristã: “ ‘Nosso amigo Lázaro adormeceu, mas vou para despertá-lo’. Jesus restabeleceu Lázaro pela compreensão de que Lázaro nunca havia mor­rido, e não por admitir que seu corpo havia morrido e depois voltara a viver. Se Jesus tivesse acreditado que Lázaro havia vivido ou morrido no corpo, o Mestre teria se colocado no mesmo plano de crença em que estavam aqueles que haviam sepultado o corpo, e não o poderia ter ressuscitado” (Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, p.75). O Cristo foi exemplificado por meio do entendimento e das demonstrações de Jesus, mostrando que as leis “naturais” do mundo nada mais são do que um senso falso a respeito da realidade, e que a lei de Deus é suprema.   

Pensando nessas ideias, me pareceu que, se Jesus pôde ressuscitar uma pessoa, então um dedo quebrado poderia também ser restaurado. Ninguém está excluído da jurisdição da lei divina, que dissolve o medo, o pavor, a dor e qualquer senso de que o mal seja inevitável.

Sentado na traseira do trailer, enquanto orava e afirmava silenciosamente que a verdadeira substância é espiritual, não baseada na matéria, me dei conta da falsidade do pressuposto de que era inevitável que meu dedo estivesse quebrado. Somos puramente espirituais, a expressão de nosso Pai, e nada pode ferir, nem sequer tocar a pureza e integridade do Espírito divino.

Decorridos uns poucos minutos desde que começara a orar, senti o osso do dedinho voltar para o lugar, e a dor passou por completo. Continuei a trabalhar, carregando e descarregando algumas centenas de pedaços de lenha por duas horas e meia, sem nenhuma dor ou desconforto. Mais tarde, quando tirei a luva, vi que o dedo estava restaurado e da cor normal, com apenas uma pequena mancha roxa que logo desapareceu.

Embora essa cura tenha sido imediata e completa, além de ter demonstrado a proteção de Deus, sempre constante, essa ainda não foi para mim a parte mais importante desse incidente. A lição mais profunda foi a de que nem acidente nem ferimento são inevitáveis, mas sim a lei do Amor divino e da nossa segurança em Deus, o Espírito, a qual comprovadamente protege cada um de nós em todos os momentos.

Sou muito agradecido pela Ciência Cristã.

Fred Oakes
Auberry, Califórnia, EUA

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Cyril Rakhmanoff, O Arauto da Ciência Cristã, edição de julho de 1998
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