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Original para a Internet

Para jovens

Segurança contra tempestades

DO Arauto da Ciência Cristã . Publicado on-line – 16 de janeiro de 2018


Pergunta: Será que podemos acalmar tempestades por meio da oração?

Resposta: Aqui está minha experiência. Certa vez, durante as férias, trabalhei na fazenda do meu tio. Nos sítios e fazendas as condições meteorológicas são importantes, tanto para as atividades do dia a dia, quanto para a produtividade. Por isso sempre prestávamos atenção às condições do tempo. Certa vez, à tarde, eu estava tratando dos animais, quando meu avô veio de caminhão para me avisar que uma grande tempestade estava se aproximando. Parecia que iria chover granizo, e havia a probabilidade de grande dano às plantações.

Meu avô era Cientista Cristão, assim como eu sou, e ele me pediu para orar pela fazenda. Inicialmente senti que isso estava acima da minha capacidade. Quem era eu, diante de um temporal avassalador? Mas eu tinha feito recentemente um curso de 12 dias sobre a cura espiritual, chamado Curso Primário da Ciência Cristã, e lembrei-me de que havia aprendido sobre a importância de começar e continuar com Deus em minhas orações, em vez de ficar balançando entre o medo e a confiança em Deus. Mas eu não sabia como “desligar” o medo que estava sentindo. Então apenas voltei o pensamento para a gratidão pela fazenda, pelo campo, pela minha família, e pela harmoniosa diversidade de tudo o que Deus cria, incluindo naturalmente uma variedade de fatos sempre úteis e inofensivos, governando todas as coisas.

A gratidão me levou a orar — a confiar com mais clareza na segurança de nossa fazenda e de toda a região. Segurança não apenas contra uma tempestade, mas também contra a violência e imprevisibilidade do mau tempo, e contra a possibilidade de sermos vítimas de qualquer mal. Essa proteção é um dos aspectos do governo de Deus sobre a Sua criação, e Ele é o único poder, o único governo. Fiquei muito feliz pela oportunidade de orar, e a seguir percebi uma brisa suave. Olhei para cima, e as nuvens escuras tinham se dissipado quase completamente. Pouco depois, meu avô voltou para informar que estava tudo bem na nossa fazenda e em todas as outras da vizinhança. A tempestade nunca aconteceu.

Não conto essa história por achar que eu tenha impedido que houvesse tempestade. Estou contando porque a transformação que ocorreu no meu pensamento — do medo e da crença de que o acaso tem poder destruidor, para a gratidão e para uma tomada de consciência a respeito do poder de Deus, que ama e protege — essa transformação é um exemplo claro da importância de iniciarmos corretamente nossa oração. Em vez de começarmos por aceitar que nosso universo esteja à mercê do acaso, do terror, ou da catástrofe, que tal se o ponto de partida de nossas orações for o entendimento espiritual de que só Deus governa, que o Espírito é real e é Tudo? Estaremos assim abertos à imensidade do amor de Deus para conosco, e esse amor afasta o medo, inspira e fortalece as nossas orações, e traz a certeza de que estamos em segurança.

E se a tempestade já aconteceu? Mesmo assim, podemos basear nossas orações na premissa correta. As opiniões do mundo aparentemente aceitam a possibilidade de acontecimentos terríveis. Mas, quando com coragem e humildade nos voltamos para Deus, percebemos que Ele pode nos mostrar, e sim, nos revela, que Sua presença e amor são realmente o único poder. E uma consciência mais elevada desse amor perfeito nos leva a ver como podemos prosseguir na vida, como podemos ajudar, tanto com ações práticas como por meio da oração, e dar guarida a um maior entendimento espiritual da presença de Deus que protege a todos.

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Cyril Rakhmanoff, O Arauto da Ciência Cristã, edição de julho de 1998
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