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Original para a Internet

Cura de doença respiratória

Da edição de janeiro de 2021 dO Arauto da Ciência Cristã

Publicado anteriormente como um original para a Internet em 5 de outubro de 2020.


Sou imensamente grata, pois quando persistimos nos ensinamentos da Ciência Cristã, obtemos o prêmio, ou seja, a cura. Faz alguns anos, tive prova desse fato, depois de um resfriado que parecia ter afetado meus pulmões. Embora eu não estivesse tossindo nem espirrando, sentia dor no peito e tinha de dormir recostada.

Nessa ocasião, eu me ausentei do trabalho e estudava a Bíblia e o livro Ciência e Saúde com a Chave da Escrituras, de Mary Baker Eddy, muitas horas ao dia. O capítulo “A Ciência do existir”, em Ciência e Saúde, me ajudou muito. Na página 301 a autora diz: “Visto que Deus é substância e o homem é a imagem e semelhança divina, o homem deveria desejar, e em realidade possui, somente a substância do bem, a substância do Espírito, não da matéria”.

Também estudei a fundo este trecho de Isaías 41:10: “…não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel”.

Essas inspiradoras passagens me ajudaram a perceber que eu não podia ser afligida, pois o homem está sempre sob o cuidado amoroso de Deus. Comecei a entender com mais clareza que Deus é a minha verdadeira substância e aquilo que é considerado matéria não tem substância. Como ideia espiritual de Deus, o homem (cada um de nós) é feito inteiramente à imagem de Deus, o bem. Eu só precisava persistir em rejeitar o medo e as falsas sugestões de doença que vinham a mim e, em vez disso, me cingir com a realidade divina.

Ciência e Saúde declara: “Os objetos percebidos pelos sentidos físicos não têm a realidade da substância. Eles são apenas aquilo que a crença mortal os denomina. A matéria, o pecado e a mortalidade perdem toda a suposta consciência ou pretensão à vida e à existência, à medida que os mortais se desfazem de um senso errôneo de vida, substância e inteligência. Mas o homem espiritual, que é eterno, não é afetado por essas fases da mortalidade” (p. 311).

Comecei a entender que o meu verdadeiro existir espiritual jamais poderia ser tocado pela doença ou pela dor. Do outro lado do quarto havia uma cômoda. Pensei no fato de que era impossível essa cômoda sentir dor ou estar doente e isso me ajudou a entender que o corpo não podia sentir dor, a não ser que eu acreditasse que ele pudesse. Eu sabia que na realidade minha única consciência era Deus, o Espírito infinito, a Mente infinita, portanto, qualquer pensamento de doença ou infecção era uma mentira.

Uma noite, tive muita dificuldade para respirar e telefonei para a Praticista da Ciência Cristã que estava me ajudando. Conversamos sobre o amor de Deus por mim e Seu constante apoio. Falamos também sobre o meu emprego e eu disse que realmente estava lutando com o estresse que sentia devido ao trabalho, pois parecia muito fatigante para mim. A praticista me disse que todo dia, quando eu entrasse pela porta do meu escritório, eu podia saber que o Cristo, a Verdade espiritual, entrara antes de mim. Eu podia deixar que Deus fizesse os planos, e eu somente ouviria Sua orientação.

No decorrer da noite, o medo diminuiu e ficou mais fácil respirar. Continuei a trabalhar e orar diariamente, apoiando-me na nova perspectiva que eu tinha sobre a substância espiritual, e vendo meu emprego como Deus o via, ou seja, feliz e produtivo. Eu também lidei firmemente com o estresse, ao aplicar a verdade espiritual de que Deus estava me apoiando, e Ele estava realizando o trabalho. Pensei a meu próprio respeito como o reflexo perfeito de Deus, sem nenhum sinal de doença, nenhum momento de dor nem estresse. Daí em diante a dor começou a diminuir.

Uma noite, percebi que eu estava com medo que a dor e a dificuldade para respirar voltassem. Fiquei firme, sabendo que o problema nunca havia sido real, e nunca tocara meu verdadeiro existir. Eu sabia que somente Deus realiza a cura, pois tudo é pensamento e a Mente divina é a única consciência que eu tenho.

A dor desapareceu e jamais retornou. O estresse referente ao meu emprego também se desvaneceu e, com o passar do tempo, estou desfrutando muito mais do meu trabalho. Sou muito grata por tudo o que aprendi com essa experiência, principalmente a ser persistente quando surge um problema, permanecer com a verdade espiritual e saber que a minha substância é Deus, o bem.

Kaki Green
Palatka, Flórida, EUA

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— Mary Baker Eddy, The First Church of Christ, Scientist, and Miscellany p. 353 [A Primeira Igreja de Cristo, Cientista, e Outros Textos]

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