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Original para a Internet

Vencido o bullying no recreio da escola

Da edição de outubro de 2017 dO Arauto da Ciência Cristã

Tradução do original em inglês publicado na edição de 12 de junho de 2017 do Christian Science Sentinel

Publicado anteriormente como um original para a Internet em 15 de agosto de 2017.

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Quando nos mudamos para outro país, nossas filhas começaram a frequentar uma escola local, onde tinham de aprender uma língua nova. Apesar dos desafios, elas estavam felizes e aprendendo muito depressa.

Então, um dia as duas meninas chegaram em casa de volta da escola, se queixando de um certo menino e dos amigos dele, e do comportamento que tinham durante o recreio. Os meninos estavam brincando de “pega as meninas”. Minhas filhas não entendiam o jogo, mas sabiam que não estavam gostando dessa brincadeira. Os meninos eram muito agressivos com elas, puxavam, empurravam e “prendiam” as duas. No começo, eu imaginei que fosse um mal-entendido devido à cultura e ao idioma, e encorajei as meninas a descobrirem o que era e a se defenderem.

Todos os dias, no caminho para a escola, nós também falávamos sobre amar incondicionalmente, ver o bem nos outros e praticar a Regra Áurea (ver Mateus 7:12). Pedi a elas para procurarem as coisas boas que elas viam que esse garoto e seus amigos faziam, pois essa bondade mostraria o que era puramente bom nos meninos, sua natureza inofensiva, como filhos de Deus. Senti que era natural incentivar as meninas com essas ideias, porque durante minha própria vida constatei muitas vezes que ter uma perspectiva mais clara sobre alguém, vendo sua natureza espiritual, semelhante a Deus, promove a cura em situações difíceis. 

Minhas filhas se empenharam muito nisso. Mas, aquela brincadeira que elas não gostavam continuava a ocorrer durante o recreio. Elas se sentiam alvo de atenção, por serem novas na escola, e começaram a ter medo do recreio.

Eu falei com os professores. Eles não estavam cientes do que estava acontecendo e sugeriram que eu fosse falar com os pais do menino. Eu estava orando durante todo esse período, mas agora minhas orações estavam ganhando uma nova urgência. Eu queria lidar com a situação da forma correta. Uma história da Bíblia que me orientou foi a de Daniel na cova dos leões, (ver Daniel 6). Eu reconheci que tal como Daniel fora chamado para cumprir com o propósito de Deus, e protegido ao fazer isso, essas crianças também estavam a salvo porque estavam cumprindo com o propósito que Deus tinha para elas todos os dias na escola. Orei para saber que Deus criou cada uma delas perfeita e pura, portanto, elas não podiam prejudicar-se umas às outras, tal como os leões não puderam atacar e ferir Daniel, porque ele expressava pureza. 

Não fazia muito tempo que eu estava orando dessa maneira, quando a mãe do líder dos meninos veio falar comigo e me disse que o filho lhe contara em detalhes sobre uma nova brincadeira que ele estava fazendo com as meninas recém-chegadas à escola. Ela não achou nada de bom nisso. Então, perguntou ao filho se as garotas gostavam da brincadeira, e ele afirmou que sim. Ela foi muito gentil ao ter essa carinhosa conversa comigo sobre a situação. Eu disse que na verdade minhas filhas não gostavam nada daquela brincadeira. Quando ela explicou isso para o menino, ele escreveu uma carta pedindo desculpas, e seu comportamento mudou.

Além disso, a mãe do menino convidou minhas filhas para irem à sua casa para passar o dia brincando. Eu não tinha certeza se as meninas aceitariam o convite, mas aceitaram. Isso me deu uma boa oportunidade para falar sobre o perdão, e como Jesus nos ensinou a perdoar. Todos nós fomos à casa do menino, e as crianças ficaram juntas e se divertiram muito. Agora já faz um ano que isso aconteceu, e esse menino e os outros continuam a brincar muito bem com minhas filhas, e agora elas gostam muito do recreio na escola.

Toda vez que vejo essa senhora, sinto gratidão por ela ter tido a coragem e a humildade de falar comigo sobre como seu filho estava tratando minhas filhas. Também sou grata pelas lições que elas aprenderam na Escola Dominical da Ciência Cristã. Essa cura nos ajudou a pôr em prática as verdades que elas aprendem todas as semanas, e a demonstrar os efeitos práticos da oração em nossa vida diária.

Clementine Lue Clark
Coppet, Switzerland

Tradução do original em inglês publicado na edição de 12 de junho de 2017 do Christian Science Sentinel

Publicado anteriormente como um original para a Internet em 15 de agosto de 2017.

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Mary Sands Lee, Christian Science Sentinel, 7 de julho de 1956

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