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Web Original

Os sintomas de herpes desvaneceram

From the agosto de 2018 issue of The Herald of Christian Science

Publicado anteriormente como um original para a Internet em 4 de junho de 2018.


Certa manhã bem cedo, eu me senti acometida por intensa dor. Meus primeiros pensamentos foram: “O que será isso? Como foi que aconteceu? Algum mosquito me picou? Sou alérgica?” Os sintomas pioraram, mas eu queria muito saber o que era e pensar sobre o meu existir espiritual como reflexo de Deus. Eu tinha certeza de que assim eu teria paz e cura. Então, o pensamento seguinte foi: “Telefone para uma Praticista da Ciência Cristã”.

Eu não sabia o nome dessa doença, mas a praticista para a qual eu liguei não precisou disso. Ela simplesmente reconheceu o meu verdadeiro existir, criado por Deus, o Espírito, e portanto intocável pelo quadro que a matéria estava apresentando. Como filha amada de Deus, eu só podia refletir a completude e a harmonia do Espírito. O tratamento que a praticista me deu em oração teve um efeito tranquilizador para mim. Ela me lembrou do que Mary Baker Eddy diz em Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras: “Monta guarda à porta do pensamento”, (p. 392) para repudiar os pensamentos sobre uma doença material, e em vez disso olhar para o que é realmente verdadeiro a meu respeito como a ideia espiritual de Deus, ou seja, que eu sou firme, pura, livre, inocente, amada e amorosa.

Nos primeiros dias que se seguiram tive somente alívio temporário para a dor. Certa manhã bem cedo, quando eu estava com bastante dor, embora a praticista estivesse em uma região com outro fuso horário, eu liguei novamente pedindo ajuda. Sou muito grata pelo amor manifestado por ela. Não houve nenhuma queixa por eu ter ligado no meio da noite nem pelo meu chamado ter sido inconveniente, tudo o que eu senti dessa praticista foi amor. Depois desse telefonema, a dor desapareceu rápida e definitivamente e nunca mais retornou.

No entanto, os sintomas visíveis continuavam a se desenvolver. Continuei a orar, mas eu também tive de lutar persistentemente contra a tentação de querer saber, de um ponto de vista material, de onde viera esse problema e qual poderia ser o diagnóstico. Eu estava mesmerizada por essa tentação e pelo medo, e parecia que não conseguia me livrar disso.

A praticista me indicou esta afirmação da Sra. Eddy em seu livro Retrospecção e Introspecção: “A Ciência Cristã declara que a enfermidade é uma crença, um medo latente, que se manifesta no corpo em diferentes formas de medo ou de doença. Esse medo é formado inconscientemente no pensamento silencioso, como quando despertas do sono e te sentes mal, como efeito de um medo de cuja existência não te apercebes; mas se adormeces realmente consciente da verdade da Ciência Cristã — ou seja, de que a harmonia do homem não pode ser invadida, assim como é impossível invadir o ritmo do universo — não podes despertar com medo ou sofrimento de espécie alguma” (p. 61).

Ao estudar atentamente essa declaração, eu tive a ideia de procurar no dicionário a palavra invadir. Descobri que um dos sinônimos para invadir é tomar posse de. Pensei: “Eu não somente permiti uma invasão, mas também estou permitindo que isso tome posse do meu pensamento”. Reconhecer isso me ajudou muito. Quando comecei a querer saber como esse problema se desenvolvera em mim ou o que ele significava, eu identifiquei a tentação de dar ao problema um poder que ele não tinha. Declarei que ele não tinha poder outorgado por Deus para invadir meu pensamento ou ficar ali, quer eu estivesse desperta, quer estivesse dormindo.

A praticista me ajudou a compreender que quando paramos de pensar no corpo, e nos volvemos à Verdade e ao Amor, entendendo nossa essência espiritual como o reflexo de Deus, então reconhecemos que não são concretas as alegações das sugestões mentais agressivas, de que somos materiais e vulneráveis à doença. Ao começar a fazer isso, encontrei paz. O medo foi substituído pela gratidão e pela confiança no bem e no poder de Deus. Dentro de uma semana, toda a evidência visível da doença se desvaneceu. Eu estava completamente curada.

Vários meses depois, por acaso ouvi uma conversa na qual uma pessoa descreveu para outra um problema que um membro de sua família estava enfrentando. Os sintomas mencionados eram idênticos aos que eu havia tido. Essa pessoa disse que o nome do problema era herpes e que seu parente teve de lutar penosamente com isso. Essa conversa me impeliu não apenas a ser grata pela minha cura, mas também para silenciosamente declarar que a verdadeira inocência e a liberdade que Deus nos dá estão disponíveis a todos.

Sou muito grata por essa cura, que me ajudou a sentir a presença de Deus, e pela praticista que tão prontamente assumiu o meu caso. Sou muito grata por pertencer a uma família que adotou a Ciência Cristã como seu modo de vida, o que me tem levado a uma vida inteira de experiências de cura. Também sou muito grata pela oportunidade de fazer parte de uma associação de alunos que frequentaram o Curso Primário da Ciência Cristã com o mesmo professor, e pelo amor e orientação que nossos dedicados professores compartilham conosco todos os anos. Sim, sou realmente grata à Ciência Cristã.

Lynda Means 
Wasilla, Alaska, EUA

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Cyril Rakhmanoff, O Arauto da Ciência Cristã, edição de julho de 1998
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