Recentemente, descobri o quanto é importante ter a expectativa da cura, quando nos deparamos com um problema.
Certa manhã, bem cedo, senti como se algo estivesse obstruindo minha garganta. Ao olhar no espelho, vi que a parte de trás da garganta estava inchada. Não doía, mas causava desconforto. Era difícil respirar e engolir, então comecei a ficar preocupada.
Na infância, eu frequentei a Escola Dominical da Ciência Cristã, e na universidade me comprometi a, verdadeiramente, praticar a Ciência Cristã em meu dia a dia. Tive curas marcantes e duradouras somente por meio do estudo e da prática da Ciência Cristã, por isso, eusabia que podia confiar nela para ser curada.
De imediato, voltei-me a Deus em oração e decidi ouvir a versão em áudio de Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, de Mary Baker Eddy, disponível em inglês no site JSH-Online.com, ao qual recorro com frequência em busca de inspiração.
Deitei-me enquanto ouvia o capítulo “A Prática da Ciência Cristã” e consegui descansar. Quando vinha a tentação de me preocupar, eu ouvia um trecho simples e claro, na leitura, e me tranquilizava com as ideias espirituais dos escritos da Sra. Eddy e sabia que estava segura.
Uma passagem, em particular, chamou minha atenção: “Se o Cientista alcança o paciente por meio do Amor divino, o trabalho de cura se realiza em uma só visita, e a doença desaparece, voltando ao seu nada original, como desaparece o orvalho sob o sol da manhã” (p. 365). Senti-me encorajada ao reconhecer que a oração pode ser simples, bastando sentir e reconhecer a Deus como o Amor divino, e saber que Ele me ama e cuida de mim.
Mais tarde, entrei em contato com uma praticista da Ciência Cristã para orar comigo. O que ela me disse foi importante e ancorou meus pensamentos no que já sei a respeito de Deus. Por meio de meu estudo da Bíblia, sei que Deus nos criou à Sua imagem e semelhança e que tudo o que Ele criou é bom (Gênesis 1:26, 27, 31). Se Deus é plenamente bom, Ele não conhece inchaço nem desconforto. Ele conhece Seu amor por mim e minha perfeição como Sua filha, e Ele está constantemente me transmitindo esse fato.
A compaixão da praticista e a simplicidade dessas ideias me asseguraram que eu poderia ter a expectativa da cura.
Senti-me bem o suficiente para cumprir meus compromissos, guiada por Deus e certa de estar fazendo as escolhas corretas a cada passo. Isso incluiu me encontrar com um amigo no parque. Eu havia contado a ele sobre o problema, e ele concordou em seguir em frente com nossos planos. Passamos momentos muito agradáveis e, poucas horas depois, quando voltava para casa a pé, percebi que estava curada. Eu havia conversado e dado risadas normalmente, e até havia tomado uma bebida gelada e engolido sem dificuldade. Ao chegar em casa, li em meu celular uma mensagem que a praticista havia me enviado, e que era perfeitamente apropriada para apoiar a cura que ocorrera.
Regozijo-me imensamente com a rapidez e a simplicidade dessa cura. Aprendi que podemos esperar uma cura rápida à medida que nos dispomos a ouvir a Deus a cada instante.
