
Testemunhos
A preocupação com meu corpo desapareceu completamente. Durante uma caminhada para ver uma cachoeira, por acaso olhei para meu pulso e notei que estava liso, sem nenhum vestígio do caroço que estivera ali por meses.
Dois dias depois da queda, os sintomas e as imagens do ocorrido começaram a desaparecer do pensamento. No terceiro dia, eu já caminhava normalmente. Valorizo profundamente o que aprendi com o estudo da Ciência Cristã e estou muito agradecido por tudo o que ela me ensinou.
Embora na época não soubesse de onde viriam os fundos, eu confiava que Deus, o Amor, havia guiado nossa filha na escolha da faculdade, por isso o Amor proveria tudo o que ela precisasse para fazer o curso.
Nunca tinha passado por uma experiência tão assustadora , sem ter tempo para decidir o que fazer. Contudo, eu sabia que o amor de Deus estava me guiando e sustentando a todo instante.
Aceitei, do fundo do coração, o fato de que não poderia haver nenhum outro resultado que não fosse a paz, o amor e a união — tal era minha certeza da orientação e da autoridade de Deus nessa situação.
Graças a Deus e ao que eu tinha aprendido e compreendido com o estudo da Ciência Cristã, a única coisa que preenchia minha consciência era o que o senso espiritual estava afirmando — a eterna realidade da Mente, Deus. Comecei a me ver como a expressão de Deus, refletindo perfeição e harmonia.
No dia seguinte, eu já não precisei da bengala. Meu pensamento continuava sendo preenchido por verdades sanadoras, provenientes de Deus.
Do ponto de vista espiritual, a ação correta não pode resultar em lesão, exaustão ou em qualquer resultado negativo — seja durante uma atividade repetitiva específica ou simplesmente no dia a dia. Cada um de nós pode, aqui e agora, expressar a infinita plenitude do Espírito.
Ao final do culto, minhas mãos haviam retornado à sua cor normal. Não senti rigidez ou dor naquele dia nem nos dias seguintes. Senti alegria e gratidão pela demonstração prática do papel da igreja na cura pela Ciência Cristã, a qual vivenciei naquele domingo.
Quem nos dá um abraço mais apertado do que Deus? Compreendi que, se estamos abraçados a Deus, não sobra espaço para nada se interpor entre nós. Naquele instante, a tontura desapareceu.