
Testemunhos
A ideia que uma praticista da Ciência Cristã já havia compartilhado comigo me veio com força ao pensamento. Ela dissera que eu reflito a paternidade de Deus, e esse reflexo inclui uma profunda confiança nEle.
Essa Cientista Cristã reconheceu a pureza, a inocência e a bondade de seu pai. Sentiu que o perdoou, e esse perdão permanece inalterado, propiciando a cura em seu pensar e em sua experiência.
Ficou muito claro para mim que, se não há vida, nem verdade, nem substância na matéria, então eu, como a imagem e semelhança espiritual de Deus, não poderia sofrer por nada material ou desarmonioso.
Quando compreendemos que todos somos filhos amados de Deus e somos a expressão do Amor divino, conseguimos perdoar e orar por aqueles que parecem ser nossos opositores.
Graças a Deus e ao que eu tinha aprendido e compreendido com o estudo da Ciência Cristã, a única coisa que preenchia minha consciência era o que o senso espiritual estava afirmando — a eterna realidade da Mente, Deus. Comecei a me ver como a expressão de Deus, refletindo perfeição e harmonia.
Hoje, procuro viver para ajudar outros e sinto-me muito grato, feliz e em paz — algo que não sentia há muito tempo.
Deus está conosco em todas as situações possíveis.
Senti que havia torcido o tornozelo. Ao orar com empenho, logo senti a paz substituir o medo. Na manhã seguinte, o desconforto havia diminuído muito. Em uma semana eu estava completamente curado. Essa experiência mais uma vez confirmou que o amor de Deus é constante e prático.
Aceitei, do fundo do coração, o fato de que não poderia haver nenhum outro resultado que não fosse a paz, o amor e a união — tal era minha certeza da orientação e da autoridade de Deus nessa situação.
A preocupação com meu corpo desapareceu completamente. Durante uma caminhada para ver uma cachoeira, por acaso olhei para meu pulso e notei que estava liso, sem nenhum vestígio do caroço que estivera ali por meses.