
Testemunhos
Do ponto de vista espiritual, a ação correta não pode resultar em lesão, exaustão ou em qualquer resultado negativo — seja durante uma atividade repetitiva específica ou simplesmente no dia a dia. Cada um de nós pode, aqui e agora, expressar a infinita plenitude do Espírito.
A firme oração imediata fechou a porta à sugestão de que até mesmo tivesse ocorrido um acidente, pois reconheci que todo o poder pertence unicamente a Deus, o bem.
Enquanto eu orava em silêncio, ela [minha filha de quatro anos de idade] disse, cheia de compaixão e humildade: “Mamãe, Deus está ao seu redor, e o amor dEle não pode nunca ir embora”.
Ao manter meu pensamento repleto da Verdade e do Amor, dois sinônimos de Deus, as bolhas começaram a sumir e em dois meses eu estava totalmente curada. Esses sintomas nunca reapareceram.
Ao final do culto, minhas mãos haviam retornado à sua cor normal. Não senti rigidez ou dor naquele dia nem nos dias seguintes. Senti alegria e gratidão pela demonstração prática do papel da igreja na cura pela Ciência Cristã, a qual vivenciei naquele domingo.
Essa perspectiva mais pura quanto ao que eu estava fazendo — confiando em Deus e glorificando-O — fez cessar a sensação de lesão e a dor no joelho. A mudança ocorreu de imediato. Atravessei o desfiladeiro, chegando na outra cabana ao entardecer, sem nenhum impedimento.
Essa cura foi o motivo principal de eu continuar na Ciência Cristã.
Lembrei a mim mesmo, vezes sem conta, do Amor divino que permeia minha vida e da proteção diária que é parte natural dela — lembrei-me da eterna presença de Deus e de Sua bondade.
O pensamento de que não há dor na Vida, e não há vida na dor foi um bálsamo; foi tão profundo que, em menos de três minutos, a dor havia desaparecido por completo. Foi uma experiência muito inspiradora.
A ideia que uma praticista da Ciência Cristã já havia compartilhado comigo me veio com força ao pensamento. Ela dissera que eu reflito a paternidade de Deus, e esse reflexo inclui uma profunda confiança nEle.