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Permitimos que sejamos distraídos pela tecnologia e pelas demandas do cotidiano, ou estamos “conscientes” — espiritualmente despertos para o bem e o todo-poder de Deus?
Pergunte a si mesmo, com frequência: “O que significa ser espiritual?” Ao buscar a resposta, você descobrirá aquilo que sempre foi — o filho perfeito e espiritual de Deus. Aceite isso, e comece realmente a viver!
Quando nos inspiramos no cuidado do Pai-Mãe Deus para com Seus filhos, percebemos que não precisamos simplesmente suportar as dificuldades ou conter nossas emoções, no relacionamento com os filhos. Em vez disso, podemos sentir a paz que flui de reconhecermos a identidade espiritual deles — e a nossa.
No tocante ao Espírito, nós não temos de esperar para receber a herança que o “Pai das luzes” nos outorga abundantemente a cada momento. O bem divinamente herdado é o bem espiritual.
É normal desejarmos um bom emprego, contudo este editorial nos mostra a importância de ver a questão sob a luz espiritual que Mary Baker Eddy lança sobre nosso propósito e trabalho.
Não existe tempo nem época em que a Verdade tenha sido mais eficaz do que é hoje.
Ao reconhecer o sacrifício de Cristo Jesus, podemos lembrar que ele demonstrou publicamente e de maneira completa o domínio divino sobre a crença em qualquer poder separado de Deus.
A promessa da Páscoa — simbolizada por uma cruz coroada com o símbolo supremo de soberania e vitória — é que o fato de Jesus ter vencido o ódio com o Amor e a morte com a Vida não foi apenas um triunfo glorioso, mas um triunfo inevitável.
Qualidades que geralmente observamos nas crianças — como humildade, receptividade e pureza — nos tornam receptivos ao senso espiritual daquilo que é real. Essas qualidades são inerentes à nossa verdadeira natureza como filhos do nosso Pai-Mãe Deus, e são eternamente expressadas por todos nós.
Superar o pecado talvez requeira luta, no entanto, podemos persistir na oração que afirma a perfeita natureza que temos da parte de Deus e vigorosamente rejeitar todo o pecado, não importa há quanto tempo tenhamos aceitado qualquer uma de suas formas como parte de nossa identidade.