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Em seu Evangelho, o Apóstolo João nos dá uma bela imagem da dimensão da vida de Jesus. Ao concluir seu relato de tudo o que fora visto pelo povo, ele diz: “Há, porém, ainda muitas outras coisas que Jesus fez.
Talvez sejamos tentados a perguntar: “Quem … eu ser um sanador?” A resposta é: Sim, todos podemos ser sanadores.
O desejo de vingança nunca é o verdadeiro enredo de nossa vida ou da vida de qualquer outra pessoa. À medida que nos elevamos a esse reconhecimento, vivenciamos cada vez mais a “liberdade sem limites” que é própria da nossa natureza como filhos e filhas de Deus.
No tocante ao Espírito, nós não temos de esperar para receber a herança que o “Pai das luzes” nos outorga abundantemente a cada momento. O bem divinamente herdado é o bem espiritual.
Quanto mais compreendemos a Deus, mais vemos nossa verdadeira identidade, não em termos de traços de personalidade humana, mas sim, como filhos de Deus. Isso evita que mergulhemos no esforço crônico de autoaperfeiçoamento ou autocrítica.
A Verdade está sempre pronta a nos ajudar, sempre em ação, porque cada um de nós está, para sempre, envolto no cuidado amoroso de Deus.
Qualidades que geralmente observamos nas crianças — como humildade, receptividade e pureza — nos tornam receptivos ao senso espiritual daquilo que é real. Essas qualidades são inerentes à nossa verdadeira natureza como filhos do nosso Pai-Mãe Deus, e são eternamente expressadas por todos nós.
Compreendi que é importante ter persistência. Dia após dia, persisti em confiar em Deus — em acreditar na verdade espiritual que Ele estava transmitindo, em vez de aceitar as alegações do senso material de que eu tinha um problema físico.
Nós temos fundamentos espirituais para desafiar o que quer que pareça nos privar da boa e proveitosa atividade de nossa identidade verdadeira, criada por Deus.
Nenhum esforço exclusivamente humano, por maior que seja, pode jamais nos propiciar aquilo que Deus já nos deu abundantemente por meio da graça.