
Testemunhos
Em pouco tempo, meu pensamento se iluminou com o senso da plenitude de Deus, e deixei de sentir dor, dúvida e medo. Reconheci minha verdadeira identidade como a imagem e semelhança de Deus, totalmente livre e bem. No dia seguinte, não havia mais sinal algum de queimadura.
Ao acalmar um vento forte, que ameaçava virar o barco em que eles estavam, Cristo Jesus demonstrou aos discípulos que Deus não está no vento, nem em eventos climáticos adversos. Não há poder que se oponha a Deus, e certamente não existe nenhum poder destrutivo.
Quando compreendemos que todos somos filhos amados de Deus e somos a expressão do Amor divino, conseguimos perdoar e orar por aqueles que parecem ser nossos opositores.
Há mais de um ano, minha filha mais nova foi picada por um escorpião. Apenas alguns minutos depois de eu ter declarado essa verdade espiritual, minha filha se acalmou. Ela retornou às suas atividades, livre de dor e de quaisquer outras repercussões. Até hoje, ela continua muito bem.
Ao mesmo tempo em que Deus estava expressando boas qualidades através de Seu filho como orador, Ele também estava expressando o bem através da plateia, motivando cada um a amar o que Deus estava fazendo e a responder de modo apropriado.
Compreendi que é importante ter persistência. Dia após dia, persisti em confiar em Deus — em acreditar na verdade espiritual que Ele estava transmitindo, em vez de aceitar as alegações do senso material de que eu tinha um problema físico.
Perceber essas verdades me deixou serena, calma e feliz. Certa de que eu estava sendo cuidada por Deus, esqueci completamente do problema. Dois dias depois, a erupção cutânea desapareceu, e minha pele estava perfeita novamente.
Pude orar por minha filha com o pensamento calmo e claro. Tive a certeza de que ela estava envolta no Amor divino e não precisava de minha presença física para ser curada.
Identificar aqueles soldados como filhos de Deus, a partir de uma base espiritual, me ajudou a ver que eles não careciam de nada, nem desejavam tomar algo que não fosse deles por direito. Também me ajudou a ver que o álcool não poderia influenciá-los a ponto de estarem propensos a nos ferir.
Ocorreu-me a ideia de começar a agradecer por todas as coisas na minha vida, desde as menores até às maiores — por todo o bem que Deus sempre me proporcionara e continuava a me oferecer. Depois de orar um pouco, constatei que o desconforto e a angústia haviam desaparecido.