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Original para a Internet

Um novo olhar sobre a imagem que temos de nós mesmos

DO Arauto da Ciência Cristã. Publicado on-line – 28 de maio de 2026


 “Dei uma olhada no espelho esta manhã e fiquei impressionado com minha bela aparência totalmente impecável…” Nunca ninguém disse isso!

Talvez um pequeno número de pessoas possa dizer isso, mas, para a grande maioria, a imagem que temos de nós mesmos nem sempre é muito animadora. Uma dançarina profissional me disse certa vez que, embora ensaie muito tempo todos os dias em frente ao espelho, ela não consegue realmente dizer como é sua aparência. Embora muitas pessoas vejam beleza nela, sua autoimagem está tão distorcida pelas expectativas do mundo, em relação à aparência corporal dos dançarinos, que, por mais que tente, ela simplesmente não consegue ter uma opinião objetiva sobre si mesma.

Para além da imagem no espelho, será que existe um modo melhor de saber quem realmente somos? Na Lição Bíblica desta semana, constante do Livrete Trimestral da Ciência Cristã, intitulada “Denunciadas a necromancia antiga e a moderna, isto é, o mesmerismo e o hipnotismo”, encontramos uma boa recomendação no livro bíblico de Provérbios: “Não sejas sábio aos teus próprios olhos…” (Provérbios 3:7).

Essa recomendação, sem dúvida, faz sentido. Aos nossos próprios olhos, a imagem que temos de nós mesmos pode, de fato, ser distorcida por nossas emoções, e então fica difícil discernir com sabedoria quem e o que realmente somos. Mais adiante nessa Lição Bíblica, encontramos no Novo Testamento este conselho importante: “Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus…” (Romanos 13:1).

A única autoridade, que é Deus, sempre contempla Sua criação com absoluta precisão. Por acaso, isso significa que Deus se concentra nas falhas de Sua criação? De modo algum! Na Ciência Cristã compreendemos que Deus é a Verdade e a Vida, e vê apenas a Sua própria imagem refletida em cada um de nós.

Sem usar nenhum componente físico, Deus nos forma espiritualmente com o simples objetivo de expressar Sua natureza perfeita e boa. Essa é uma notícia muito animadora. De modo algum nós, a criação espiritual de Deus, somos a imagem de mortais ou da mortalidade; nós existimos unicamente como a autoexpressão de Deus, refletindo-O durante 100% do tempo.

Em vez de recorrer ao espelho para descobrir quem somos, podemos, em oração, recorrer a Deus, a Verdade divina, que não vai nos mentir a respeito de quem somos. Com total precisão, Deus nos dará informações claras, apesar de todos os defeitos que o mundo talvez acredite a nosso respeito.

Jesus se apoiava de maneira tão completa na atividade do Cristo em seus pensamentos e em sua experiência de vida, que ficou conhecido como Cristo Jesus. A respeito do Cristo, nessa Lição Bíblica há uma citação do livro Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, de Mary Baker Eddy, a Fundadora da Ciência Cristã: “O Cristo é a ideia verdadeira que proclama o bem, a mensagem divina de Deus aos homens, a qual fala à consciência humana. O Cristo é incorpóreo, espiritual — sim, é a imagem e semelhança divina, que dissipa as ilusões dos sentidos; é o Caminho, a Verdade e a Vida, que cura os doentes e expulsa os demônios, que destrói o pecado, a doença e a morte” (p. 332).

Por que Deus continuamente “proclama o bem” a nosso respeito? Porque a própria Verdade divina é puramente boa e está constantemente expressando sua própria natureza boa em cada um de nós! Em realidade, não há nenhuma outra presença além de Deus. Por isso, nossa identidade não pode se originar de nenhuma outra fonte. Esse fato não é apenas algo que nos encoraja; reconhecer que é a realidade, dissipa eficazmente aquelas hipnóticas e degradantes “ilusões dos sentidos” materiais, as quais se apresentam no espelho.

Na oração, compreendemos que temos o direito de “não [sermos] sábios aos [nossos] próprios olhos” e, com confiança, desviar o olhar daquela imagem mortal refletida no espelho. Por que desviar o olhar? Porque nossa atenção deve estar voltada para algo muito mais interessante: a imagem de Deus. Essa é nossa verdadeira autoimagem. Ciência e Saúde explica: “Quando se diz que o homem foi criado à imagem de Deus, não é ao homem mortal, pecador e doentio que se faz referência, mas ao homem ideal, que reflete a semelhança de Deus” (p. 346).

Com base na divina sabedoria e paz inerentes ao Cristo, será que é possível nos identificarmos constantemente como esse homem ideal, que existe exclusivamente como imagem de Deus? Sim, sem dúvida. Perceber a verdade a respeito de nós mesmos nos capacita a desmascarar, denunciar e provar a falta de poder das imagens mortais errôneas. Elas não se aplicam a nós, por sermos a criação de Deus. Por isso, não precisamos mais nos ressentir delas. Em vez disso, nos regozijamos porque “…todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2 Coríntios 3:18). 

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