Quero relatar este testemunho de cura, pois é o motivo principal de eu ter continuado a estudar a Ciência Cristã. Fui criada nessa Ciência e sempre amei seus ensinamentos.
Durante meu primeiro ano na faculdade, contudo, por um tempo eu me desviei daquilo em que acreditava. Tornei-me sexualmente ativa e logo passei a ter sintomas físicos que eu sabia não serem normais. Decidi ir ao centro médico do câmpus.
Após o exame, a enfermeira informou que eu havia contraído uma doença sexualmente transmissível. Os sintomas poderiam ser tratados, mas a doença em si era considerada incurável. Lembro-me claramente de ter pensado: “Agora terei de confiar na Ciência Cristã para ser curada” — e foi o que fiz.
Liguei para casa e falei com minha mãe. Ela marcou para mim uma visita a uma praticista da Ciência Cristã, e eu fui à casa dessa senhora pouco depois. Não me lembro de detalhes específicos de nossa conversa, mas me lembro de seu amoroso abraço mental, que não incluía nenhuma crítica.
Somente uns dois dias depois é que pensei de novo no assunto, pois ele tinha sido completamente apagado de meu pensamento. E não houve mais nenhum sintoma ou ocorrência do problema. Sempre senti que fiquei curada no instante em que saí da residência da praticista, ou até mesmo antes de sair.
Acho que esta citação de Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, de May Baker Eddy, ilustra lindamente o espírito da minha cura: “A transmissão da doença ou de certas idiossincrasias da mente mortal seria impossível se este grandioso fato a respeito do existir fosse compreendido — isto é, que nada de desarmonioso pode invadir o existir, pois a Vida é Deus” (p. 228).
Essa cura, como mencionei no início deste testemunho, foi sem dúvida o motivo principal de eu continuar na Ciência Cristã. Isso enfatiza, para mim, a importância — tanto para o indivíduo quanto para o mundo em geral — de se ter provas do poder sanador da Ciência do Cristianismo, a fim de que seu valor seja reconhecido.
Nome omitido
