Nas férias do verão passado, fomos aproveitar uns dias em nosso chalé, no norte da Suécia. Havíamos planejado atividades ao ar livre e visitas a amigos e familiares — momentos de descontração, para relaxarmos. Mas, uma semana antes do fim das férias eu senti, no meio da noite, os sintomas agressivos de uma congestão, os quais continuaram durante a madrugada.
Em vez de deixar os sintomas persistirem, eu contestei a situação com o que aprendi na Ciência Cristã. Vieram-me ao pensamento as perguntas: “Como será possível eu visitar nossos amigos, sentindo-me assim?” e “O que fazer a respeito das últimas visitas e atividades das nossas férias?” A pergunta mais importante, porém, foi: “Como seria possível eu estar separado de Deus?”
A cada uma hora, mais ou menos, eu desafiava a sugestão de estar separado de Deus, e reivindicava minha inocência e minha proteção por ser Seu amado filho. Lembrei a mim mesmo, vezes sem conta, do Amor divino que permeia minha vida e da proteção diária que é parte natural dela — lembrei-me da eterna presença de Deus e de Sua bondade. Afirmei que esses sintomas não eram naturais, mas sim uma imposição.
Durante todos os momentos dessa intrusão, reafirmei a verdade sobre meu bem-estar, que é mantido por Deus, certo de que, ao refutar essa mentira, esse sonho que tinha por base um senso material de existência, o único resultado possível era a vitória espiritual. Eu tinha a expectativa de alívio, e mantive minha posição.
No meio do dia seguinte, os sintomas haviam desaparecido. E esse foi o fim da história.
Sou imensamente grato pela proteção do Amor divino e por nossa Igreja, edificada sobre a rocha do Cristo, a Verdade. Sou grato por ser membro de nossa igreja local, uma filial dA Igreja Mãe, A Primeira Igreja de Cristo, Cientista, em Boston, e também por ter assistido à Assembleia Anual dA Igreja Mãe do ano passado. A atmosfera amorosa e o companheirismo que ali encontrei contribuíram para minha compreensão de que a Ciência Cristã é uma dádiva maravilhosa, e de que a bondade de Deus permeia minha vida.
Charles Neiman
Beaverton, Oregon, EUA
