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Original para a Internet

Como ingressei na prática pública da Ciência Cristã

O fortalecimento da prática de cura

DO Arauto da Ciência Cristã. Publicado on-line – 20 de abril de 2026


O Arauto tem o prazer de oferecer aos leitores este artigo de uma coluna publicada ocasionalmente pelo Departamento de Atividades dos Praticistas da Ciência Cristã, um setor dA Igreja Mãe em Boston. Esta coluna, intitulada “Como ingressei na prática pública da Ciência Cristã”, é autobiográfica. Embora a colaboradora, apresentada aqui anonimamente, seja atualmente uma experiente praticista da Ciência Cristã, ela ainda não figurava na Lista de Endereços do Journal nem do Arauto, quando humildemente aceitou os primeiros pedidos de tratamento pela Ciência Cristã — e começou a trabalhar imediatamente! Nos parágrafos abaixo, com suas próprias palavras, ela conta como atendeu de todo o coração e mente ao chamado inequívoco de Cristo Jesus: “Curai enfermos”. Esperamos que, passo a passo, os leitores se sintam encorajados a renovar o próprio compromisso para com a cura científica cristã no século XXI, e a compartilhar com toda a humanidade esse dom inestimável da graça de Deus.

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Desde quando fiz o Curso Primário da Ciência Cristã, ficou claro para mim que eu deveria trabalhar como praticista da Ciência Cristã. Antes de dar esse passo, eu trabalhava como professora, e aplicava as verdades da Ciência Cristã em minha vida o máximo que podia.

Quando meu primeiro filho nasceu, parei de trabalhar como professora e me regozijei por saber que poderia trabalhar como praticista e, ao mesmo tempo, ficar com meu filho em casa em período integral. Poucas semanas após a chegada do bebê, vieram os primeiros pedidos de ajuda em oração. Quando o menino começou a frequentar a pré-escola, eu deixava meus livros — a Bíblia e Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, de Mary Baker Eddy — no carro, para poder dedicar cada instante livre à prática.

Havia momentos em que a situação financeira da família ficava difícil, sem meu antigo salário. Comecei a fazer uma lista das citações relacionadas a suprimento, as quais eu encontrava na Bíblia, nos escritos da Sra. Eddy, no Hinário da Ciência Cristã e em artigos contidos nos periódicos da Ciência Cristã. Eu anotava essas citações em um caderno, e as lia com frequência.

Algumas das citações que anotei foram, primeiro esta da Bíblia: “Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança” (Tiago 1:17), e esta, de Ciência e Saúde: “O Espírito alimenta e veste devidamente cada objeto, à medida que aparece na ordem da criação espiritual, expressando assim ternamente a paternidade e a maternidade de Deus” (p. 507). Elas me ajudaram a compreender que nosso imutável Pai-Mãe Deus estava cuidando de mim e de minha família.

Às vezes, eu também anotava a maneira como esse suprimento havia chegado à nossa família. Comecei a perceber que o bem fluía para nossa vida a partir de vários ângulos, e passei a reconhecer cada maneira como o suprimento divino se manifestava. Prestando atenção a essas experiências, eu me tornei uma pessoa mais grata.

Percebi que, aprendendo a confiar em Deus na questão do suprimento, fortaleceu-se minha confiança nEle para outras questões também. Era encorajador pensar na prática de cura exercida por meu professor da Ciência Cristã. Comecei a compreender que a prática dele era mais forte porque havia se apoiado em Deus em todas as coisas, inclusive em relação ao suprimento; essa confiança o tornava um sanador mais eficaz.

À medida que nossa família passou a se apoiar em Deus em todas as coisas, nossa vida não empobreceu. Na verdade, ela se tornou mais rica — enriquecida pela gratidão e valorização do bem, não pelo materialismo.

Certo dia, li o seguinte relato bíblico, a respeito da multidão que tinha vindo ouvir Cristo Jesus: “Ao cair da tarde, vieram os discípulos a Jesus e lhe disseram: O lugar é deserto, e vai adiantada a hora; despede, pois, as multidões para que, indo pelas aldeias, comprem para si o que comer. Jesus, porém, lhes disse: Não precisam retirar-se; dai-lhes, vós mesmos, de comer” (Mateus 14:15, 16). Então, confiando na provisão de Deus, ele satisfez a necessidade de alimento para aquela multidão.

A declaração de Jesus “não precisam retirar-se” chamou minha atenção. Entendi que, quando estamos atentos à verdade espiritual, ela satisfaz todas as necessidades. Eu podia confiar em Deus, e não precisava me retirar da prática da Ciência Cristã para ajudar a atender às necessidades de minha família. A comprovação disso se manifestou de várias maneiras: na forma de um grande saco de tomates dado por um vizinho; no oferecimento, por parte de um membro da igreja, de uma semana de estadia em um chalé de veraneio; ou mesmo ao nos depararmos com vendas de roupas em liquidação. Pouco a pouco as necessidades iam sendo atendidas, inclusive com itens extras para a família usufruir. Comecei a compreender que Deus estava cuidando de nós, tanto nas grandes, quanto nas pequenas necessidades.

A Sra. Eddy escreve: “À medida que o conhecimento material diminuir e a compreensão espiritual aumentar, os objetos reais serão percebidos mentalmente, em vez de materialmente” (Ciência e Saúde, p. 96). Demonstrar a Verdade preenche nossa vida com a verdadeira substância, e esse viver substancial nunca deixa de atendar às necessidades humanas. Ao longo de mais de trinta anos, minha compreensão a respeito da provisão divina aumentou e se aprofundou, fortalecendo minha prática, que não privou a mim e à minha família de absolutamente nada.

A Sra. Eddy explica: “…seja qual for a dificuldade com que nos deparemos na luta cristã, temos de considerar essa dificuldade como se nada fosse e, por outro lado, temos de levar em conta a pobreza e o desamparo em que estaríamos sem essa compreensão, e saber que estamos sempre em dívida para com o Cristo, a Verdade” (Escritos Diversos 1883–1896, p. 281).

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