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Original para a Internet

Para crianças

Deus me guiou de volta para casa

DO Arauto da Ciência Cristã . Publicado on-line – 12 de março de 2019


Você vai a pé para a escola? Eu fazia isso todos os dias, quando estava no jardim de infância. Debaixo de sol, chuva ou neve, eu andava cinco quarteirões até chegar ao antigo prédio de tijolos vermelhos onde era a minha escola.

Todas as manhãs, antes de sair de casa, minha mãe me dava um abraço apertado e sussurrava: "Deus ama você, Susie". Depois, ela observava enquanto eu caminhava pelo nosso quintal e subia os grandes degraus até o portão de madeira. Assim que passava pelo portão, atravessava uma rua estreita para chegar até a casa de minha amiga Molly, para irmos à  escola juntas. Era uma maneira muito gostosa de começar o dia. Quando o horário escolar terminava, na hora do almoço, fazíamos o mesmo caminho de volta para casa. 

Um dia, quando Molly e eu chegamos à sala de aula, tivemos uma grande surpresa. Havia muitas pessoas e uma festa muito divertida com bolo, brincadeiras e música.

Quando a festa acabou e todos começaram a sair, eu os segui. Mas algo não parecia certo. Eu não me dei conta de que os professores haviam pedido a todos que saíssem por uma porta diferente da habitual.

Quando cheguei à rua, não reconheci onde estava. Todas as árvores e casas pareciam estar em lugares diferentes! Eu estava em uma rua onde nunca tinha estado antes. Eu não encontrava Molly, ela não estava em lugar nenhum, e eu não consegui voltar para a escola para pedir ajuda porque a escola estava trancada. Olhei para a direita e para a esquerda e não vi ninguém.

Parei na esquina porque eu não sabia o que fazer ou em qual direção seguir. Então me lembrei de minha mãe dizendo que eu nunca estaria só, acontecesse o que acontecesse. Ela dizia que o meu amoroso Pai-Mãe Deus estava sempre comigo para me proteger e guiar. Um senso de proteção tomou conta de mim, como um abraço. Eu não me senti sozinha. Eu sabia que Deus estava ali mesmo, cuidando de mim.  

Logo percebi um carro vindo devagarzinho pela rua, e ele parou na esquina onde eu estava. Olhei quem estava dentro, e era minha professora do jardim de infância. Fiquei tão feliz em vê-la! Ela perguntou se eu queria uma carona para casa, eu disse: "claro que sim!"

Minha professora e eu fomos juntas até a porta da minha casa. Quando minha mãe abriu, pareceu muito surpresa. Afinal de contas, eu estava atrasada no meu retorno da escola e minha professora estava comigo. Mamãe lhe agradeceu por ela ter me levado para casa.

Quando olhei para minha mãe e para minha professora, vi como elas estavam felizes e aliviadas por eu estar de novo em casa. Eu também estava feliz, mas não tinha ficado preocupada. Eu tinha tido certeza de que Deus me levaria para casa em segurança, do jeito que Ele sabia. E assim foi.

Quando penso nessa cura, lembro-me de um verso de um hino com palavras de Mary Baker Eddy, que minha mãe cantava para mim com frequência:

Gentil presença, gozo, paz, poder,
Divina Vida, reges o porvir;
Susténs da avezinha o voejar,
Meu filho guarda em seu progredir.
(Hinário da Ciência Cristã, 207, trad. © CSBD)

Somos todos filhos de Deus. E nosso Pai-Mãe nos protege e cuida de nós todos os dias, a cada minuto, onde quer que estejamos.

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A Missão dO Arauto

Quando Mary Baker Eddy estabeleceu o Arauto em 1903, ela disse que sua missão era a de "anunciar a atividade e a disponibilidade universal da Verdade" (The First Church of Christ, Scientist, and Miscellany, p. 353).

O Arauto registra, em suas páginas, a transformação que ocorre na vida de muita gente e mostra que cada um de nós pode chegar à Verdade.

Que alegria pensar que o efeito da Verdade atua na consciência humana, trazendo cura e renovação! Nosso Mestre, Cristo Jesus, nos prometeu algo que de fato está se cumprindo: "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará" (João 8:32).

Cyril Rakhmanoff, O Arauto da Ciência Cristã, edição de julho de 1998
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