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Original para a Internet

A caminho do torneio estadual de futebol

DO Arauto da Ciência Cristã. Publicado on-line – 3 de janeiro de 2022


Meu último ano do ensino médio estava começando, e eu finalmente conseguira a posição de titular no time de futebol da minha escola. Depois de um excelente desempenho na temporada normal, toda a equipe estava ávida pelo torneio estadual, e para disputar o campeonato estadual.

No entanto, fiquei frustrada e desapontada, quando meu treinador escalou primeiro a filha dele, uma caloura, em vez de me escolher. Depois de quatro anos treinando diligentemente, senti que minha oportunidade de ser titular estava sendo injustamente tirada de mim. Para piorar, torci o pé no último jogo antes das partidas decisivas. Doeu muito e eu fiquei mancando.

Tendo frequentado a Escola Dominical da Ciência Cristã quando eu era pequena, eu sabia que podia recorrer a Deus para me ajudar com esses problemas. A Escola Dominical me ensinara que Deus é a Vida, a fonte de toda atividade correta, e que Deus é o Amor, que apoia todos nós, a todo momento. Graças ao que aprendera, eu compreendia que Deus é real e confiável, então era natural que eu orasse. E a melhor parte de nos voltarmos para Deus em oração é que assim encontramos soluções na vida prática — encontramos verdadeiramente a cura.

Quando comecei a orar quanto ao meu tornozelo machucado, este versículo da Bíblia me ajudou imensamente: “…Eu sou o Deus Todo-Poderoso; anda na minha presença e sê perfeito” (Gênesis 17:1). Memorizei esse versículo e, a cada passo que eu dava, direcionava meus pensamentos para essa ideia. Em vez de me concentrar na dor, comecei a reconhecer o fato espiritual de que Deus está governando cada detalhe a meu respeito. Como filha de Deus, eu ando com Ele a cada momento e reflito Sua força e equilíbrio. Certamente, caminhar com nosso amoroso Deus não podia ser doloroso. Em vez disso, era uma oportunidade para reconhecer minha perfeição espiritual, que não podia ser alterada.

Quando o dia do jogo chegou, me senti à vontade para dizer honestamente ao treinador que eu podia jogar. Mesmo que ainda estivesse mancando um pouco, toda vez que entrava no campo de futebol, eu conseguia jogar sem dor. Eu corria livremente e chutava a bola com facilidade. Mesmo quando surgiram pensamentos alegando que meu desempenho seria limitado, eu conscienciosamente declarei que meu direito de andar, e de correr, com toda perfeição, vinha de Deus, porque Ele me criou.

Meu desempenho estava sendo muito bom, mas eu ainda me sentia frustrada com meu treinador. Embora eu tivesse orado diligentemente pela cura do tornozelo, não posso dizer que eu estivera orando para vencer a frustração. Por fim, no ônibus, indo para o jogo das finais do torneio regional, comecei também a orar a respeito desse sentimento.

Agradecer a Deus sempre foi uma das minhas formas favoritas de orar, porque ajuda a me aproximar da verdade de que Deus é o bem. Então, durante o percurso, pensei com gratidão em todas as pessoas que participavam do jogo: nossas competidoras, os árbitros e as outras jogadoras de meu time. Fiquei agradecida pelo campo em que estávamos indo jogar e pelo lindo dia ensolarado. O céu azul e o ar fresco do outono eram perfeitos para uma partida de futebol. Também senti gratidão genuína por meu treinador, que eu sabia que era dedicado à nossa equipe, e eu reconhecia que ele podia exercer liderança justa e honesta. Quando chegamos ao campo, toda a frustração havia sumido. Eu estava feliz e completamente em paz.

O jogo foi muito apertado. No segundo tempo, meu treinador me escalou; joguei muito bem e penso que contribuí bastante para nosso time. No final, ganhamos a partida. Durante o jogo meu tornozelo funcionou normalmente, e posso dizer que meu desempenho foi impulsionado pelo fato de que reconheci o bem de Deus e me senti grata.

Também fiquei muito agradecida depois, naquela noite, quando o treinador me ligou inesperadamente. Ele elogiou meu desempenho e agradeceu pela minha alegria, dizendo que eu levara entusiasmo ao time. O treinador até me deu a posição de titular em cada um dos jogos seguintes, culminando na disputa do campeonato estadual. Meu tornozelo não doeu mais, pois estava completamente curado, e permaneceu assim durante todos aqueles jogos.

Embora meu time tenha perdido as finais estaduais, a harmonia e cura que alcancei durante aquela temporada me fizeram sentir vitoriosa. Essa experiência me ensinou a respeito do amor infalível de Deus e Seu poder soberano sobre todos os aspectos de nossa vida. Sei agora que, quando recorremos a Deus para que Ele nos ajude, obtemos a cura e alcançamos as bênçãos de Deus, mesmo diante da dor física ou de relacionamentos desafiadores.

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