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Original para a Internet

Tristeza persistente dá lugar a uma vida dinâmica e feliz

DO Arauto da Ciência Cristã. Publicado on-line – 15 de agosto de 2022


O que a Ciência Cristã significa para mim? Significa muito. Primeiramente, fez com que eu parasse de chorar. 

Desde a adolescência, até meus vinte e poucos anos, em geral me sentia triste e, às vezes, sem esperança. Com frequência, eu chorava sem nenhuma razão aparente, às vezes por dois ou três dias consecutivos. Pensando agora, vejo que aquilo parecia ser depressão, que ainda não era considerada uma doença, e as drogas para esse problema ainda não eram comuns. “Saia dessa tristeza!”, era o que as pessoas ao meu redor comumente me diziam. Mas eu não conseguia.

Crescera frequentando a Escola Dominical da Ciência Cristã. Sentindo, durante a adolescência, que eu não me encaixava no mundo ao meu redor, e pensando que isso se devia em grande parte à minha conexão com a Ciência Cristã, parei de frequentar a Escola Dominical. Ainda assim, sentia que viver era um fardo pesado. 

Em determinando momento, aconteceu de eu discutir com a colega com quem eu dividia o quarto na faculdade, uma amiga muito próxima. Sentindo-me mal com esse incidente, voltei-me para a janela e fiquei olhando para fora. Eu sabia que não podia continuar a viver, ao menos não daquela maneira. Era muito difícil e não havia nenhum propósito. Naquele momento, eu estava pronta para mudar. E a mudança ocorreu.

Na semana seguinte, essa amiga recebeu em nosso apartamento um grupo que estudava a Bíblia, composto de pessoas de diversas denominações cristãs. Eu participei do estudo, com a esperança de que a oração viesse a me ajudar. Visto que surgiram perguntas sobre a Ciência Cristã, às quais eu não consegui responder, decidi ir, uma única vez, a uma reunião da Organização da Ciência Cristã (CSO) no campus de minha faculdade, para encontrar respostas àquelas perguntas e, depois, abandonar definitivamente a Ciência Cristã.

 Durante a reunião da CSO, contudo, sobreveio-me um senso de familiaridade como eu nunca antes sentira. Outros alunos daquela faculdade contaram como eles estavam resolvendo, por meio de estudo e da oração, os mesmos tipos de problemas que eu enfrentava. Continuei a ir a essas reuniões semanais, a estudar as Lições Bíblicas semanais da Ciência Cristã, e comecei a frequentar uma igreja da Ciência Cristã. Minha vida começou a mudar. Passei a me ver de modo diferente. Estava aprendendo que eu sou espiritual e que tenho valor.

Três incidentes se destacam em minha memória. Alguns meses depois da primeira reunião a que assisti na CSO, eu estava na livraria do campus e vi um cartaz que dizia: “Os finais de semana são minha razão de vida”. Imediatamente pensei: “Que maneira triste de viver!” Naquele momento, vi a grande mudança que ocorrera em mim. Durante toda a minha vida eu havia pensado: “Quando eu sobreviver ao dia de hoje, a esta semana, àquele trabalho escolar, àquele exame, e assim por diante, então ficarei feliz”. O problema era que sempre havia algo a ser vencido, e a felicidade era sempre para depois. Ao olhar para aquele cartaz, pude ver uma forma melhor de viver. Ao invés de aguentar a vida, eu podia vivê-la. Eu poderia ser feliz todos os dias e encontrar o bem em cada situação. Essa foi uma ideia totalmente nova para mim.

Outra coisa que acontecia eram momentos de profunda tristeza durante as tardes, quando eu me sentia particularmente inútil. Às vezes, eu tirava um cochilo e lembro que acordava me sentindo deprimida e sem esperança. Certa tarde, quando estava me sentido assim, comecei a ler a Lição Bíblica e a pensar em termos de que todas as coisas – toda a matéria – não têm substância, e de que Deus é Tudo e que tudo o que Ele criou tem substância. Em menos de uma hora, meu humor havia mudado completamente. A profunda tristeza tinha desparecido, e eu queria sair e saltar e cantar! Estava maravilhada! Pouco tempo depois, esses momentos de tristeza pararam de ocorrer completamente.

Um terceiro incidente ilustra o papel da Igreja em minha vida e nesta cura. Cheguei em casa após a igreja, um domingo, e minha colega de quarto me perguntou sobre meu namorado. Eu não tinha namorado. Ela insistiu, dizendo que eu tinha, sim. Disse-me que eu estava sempre feliz quando chegava em casa depois da igreja, e um namorado secreto era a única razão em que ela podia pensar para meu bom humor! De fato, era verdade que eu me sentia feliz. Não importa como eu estivesse me sentindo em determinado dia, ir à igreja, abrir a Bíblia e Ciência e Saúde ou assistir a uma reunião da CSO sempre me fazia sentir melhor. Estava descobrindo que eu era boa, que tinha uma razão para ter esperança e para viver, de uma maneira que nenhuma pessoa nunca poderia me proporcionar. Estava descobrindo que Deus é real e cuida de mim. Ele me dera uma igreja que me fazia sentir incluída e que respondia às minhas questões de uma maneira que me satisfazia completamente e me elevava de contínuo. 

Essa cura ocorreu há muitos anos. Ainda aparecem desafios, mas não sinto mais aquela tristeza profunda e persistente com a qual estava acostumada a viver. Sou verdadeiramente feliz.

Kim Kilduff
Catonsville, Maryland, EUA

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“...anunciar a atividade e disponibilidade universal da Verdade...”

Mary Baker Eddy, The First Church of Christ, Scientist, and Miscellany [A Primeira Igreja de Cristo, Cientista, e Outros Textos], p. 353

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