Quando eu era criança, ir à Escola Dominical era uma parte importante da minha vida, especialmente no domingo de Páscoa. As flores da primavera estavam se abrindo em toda parte e havia uma sensação de renovação. Se eu tivesse alguma roupa nova para essa estação do ano, eu a reservava para usá-la nesse domingo. Mas para mim, o relato bíblico da ressurreição de Cristo Jesus era sempre o ponto mais importante do dia. Em nossa Escola Dominical protestante, tínhamos uma professora muito querida, que enfeitava seu vestido azul marinho com uma enorme orquídea roxa. Não importava que ela tivesse tirado aquela orquídea de uma velha caixa de chapéus guardada na prateleira do armário. A flor era perene. Ela aparecia todos os anos. E quando conseguíamos tirar os olhos da “eterna” orquídea, como algumas pessoas a chamavam, então nos aquietávamos para ouvir o maravilhoso relato da vitória de Jesus sobre a morte.
O designer da orquídea roxa estava tentando mostrar, de uma forma duradoura, a beleza da flor verdadeira, real, porque as flores aparentemente morrem. Da mesma forma, não importa o quão bela e harmoniosa nossa vida possa ser, não importa o quão próspera possa ser, o pensamento humano está convencido de que nós, também, temos começo e fim.
Podemos demonstrar saúde constantemente e desfrutar da harmonia, que é muito natural no nosso existir à semelhança de Deus.
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