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Um dos fatos espirituais que podemos vir a entender por meio da Ciência Cristã Christian Science — pronuncia-se: kris’tiann sai’ennss. , e que mais liberdade traz, é o de que Deus é o único Eu ou Ego, que Deus é Amor divino, a essência de tudo o que é real.
Na Bíblia lemos que, desde os tempos mais antigos, era importante lavar o corpo com água limpa. As condições assim o exigiam, pois o clima no Oriente era freqüentemente muito quente, as estradas eram escaldantes e poeirentas no verão e lamacentas na época das chuvas.
Na Ciência Cristã aprendemos que a força está à disposição de todos. Provém ela da fonte divina, Deus, que é a Mente, a Mente única e perfeita.
A psicologia, as ciências políticas e a sociologia têm por objetivo tornar mais produtivas as relações humanas. Mas, de acordo com a Ciência Cristã Christian Science — pronuncia-se: kris'tiann sai'ennss.
“Ó vinde, adoremos!” É como a conhecida canção de Natal nos exorta. À medida que em dezembro se aproxima o clímax da temporada natalina, essa canção ressoa mais em nossos ouvidos.
Partindo da premissa de que Deus, a Mente divina, o Tudo-em-tudo, é a grande causa primária, a Ciência Cristã deduz que todo o efeito real precisa ser a manifestação da Mente. A Mente é a origem e a condição de tudo o que de real existe.
Muitos entendidos no assunto acreditam que o mundo está hoje ameaçado por uma explosão populacional que poderá acabar num desastre de subnutrição e fome para milhões de pessoas. Diz-se que este acréscimo previsto na população poderá gerar grandes desequilíbrios na distribuição de alimentos e de bens.
Qualquer pessoa que deseja curar assim como Jesus o fazia, não só precisa ser rigorosamente moral, mas também ter a mentalidade voltada para as coisas do espírito. Sob a orientação de Deus, o Mestre ensinou seus seguidores a obedecer tanto o espírito como a letra da lei moral de Moisés.
Na criação de Deus as idéias divinas existem para expressar a natureza gloriosa do Amor infinito. Elas cumprem o grande desígnio do Amor, isto é, realizam o bem.
Nos afazeres dos homens os elementos da economia material — produção, distribuição, moeda circulante, oferta, procura — podem deixar de ter relação adequada entre um e outro. Então segue-se uma evidente crise económica.