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Original para a Internet

Não tenha medo, mas não seja ingênuo

DO Arauto da Ciência Cristã. Publicado on-line – 11 de maio de 2020


Tenho escutado as notícias que vêm das mesmas fontes que todo o mundo está ouvindo hoje. Essas notícias vêm na voz da Internet, na voz das autoridades do governo, e na voz de amigos. E o foco é constantemente o mesmo: o coronavírus. Muita gente aprendeu essa palavra nova, e muita gente está com medo. 

Mas recentemente uma pequena frase está soando no meu pensamento: O Cristo está proclamando o bem, falando diretamente à consciência. Que incrível contraste com todas as notícias ruins às quais eu havia dado atenção! Sei que esse pensamento mais animador vem do livro Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, no qual Mary Baker Eddy escreve: “O Cristo é a ideia verdadeira que proclama o bem, a mensagem divina de Deus aos homens, a qual fala à consciência humana” (p. 332).

Essas palavras não estavam me dizendo para ignorar as dificuldades que estão ocorrendo na sociedade. Pelo contrário, elas me asseguravam que estava acontecendo algo mais, algo além dos comentários sobre o contágio. O Cristo é a semelhança de Deus, manifestada na natureza de Jesus, semelhança que o Mestre demonstrou tão bem, e de modo completo, em sua vida terrena. Jesus afirmou que esse Cristo existe desde sempre, e para sempre. O Cristo nos fala da bondade e todo-poder de Deus, e também da imortal e indestrutível natureza do homem. E a vida de Jesus demonstrou que esse “bem”, proclamado pelo Cristo, tem uma influência calmante e sanadora em nossa vida. Repetidas vezes Jesus deixou claras evidências disso em seus contatos com as pessoas.

Durante toda a minha vida, eu vi uma coerência maravilhosa nos ensinamentos de Jesus. Tive provas de que o Cristo traz uma compostura espiritual que muda as nossas experiências e as transforma, de um modo quase inexplicável para os sentidos materiais, mas bastante compreensível para o nosso senso mais espiritual.

Em várias ocasiões, vi exemplos de que, mesmo quando todos pensavam que algum contágio iria tomar certo rumo, as previsões não se cumpriram. Em minha própria experiência, houve um momento em que o andamento previsto para um tipo de contágio mental foi interrompido. Uma vez, quando um médico engessou algumas fraturas decorrentes de um acidente que sofri, ele discorreu sobre os remédios que eu deveria tomar para me proteger contra uma possível sequela. Uma das medicações era para prevenir um problema que poderia ser fatal. Eu não fui ingênuo com relação aos prognósticos do médico, mas optei por me proteger por meio do que eu aprendera ao longo dos meus anos de estudo a respeito do Cristo sanador. Mas as advertências do médico ficaram um pouco como uma espécie de contágio mental, do pensamento dele para o meu. 

Poucos dias depois, o problema de que ele falara começou a aparecer. Então fiz algo que eu não costumava fazer, e que não ajudou em nada. Li sobre o problema em uma revista médica. Claro que a palavra fatal se destacava na descrição apresentada. Inicialmente, o medo tentou me dominar. Mas comecei a discernir o Cristo, no qual eu aprendera a confiar, “proclamando o bem”, e logo senti paz espiritual e confiança. Em poucos dias o problema desapareceu, depois de eu orar especificamente para vencer aquele contágio mental.  

Essa proclamação do bem é uma promessa para todas as pessoas neste planeta. Aliás, o livro Ciência e Saúde afirma também que o Cristo é “...uma influência divina sempre presente na consciência humana” (p. xi). Ninguém está excluído de ter acesso a essa intervenção sanadora. Ao abrirmos nosso coração às mensagens vindas desse influxo, reconhecemos que é a única e verdadeira influência, trazendo uma calma que altera a trajetória da desarmonia humana. 

Você não necessita saber muito para abrir seu pensamento à presença divina do Cristo, e discernir o bem que ele está proclamando. Aliás, quando as vozes ao seu redor parecem estar falando à sua consciência, apresentando pontos de vista muito proeminentes, pare, detenha-se por um momento. Reconheça que o Cristo está proclamando o bem diretamente a você, à sua mente, dando a certeza de que você está a salvo na presença de Deus.  

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A Missão dO Arauto

Quando Mary Baker Eddy estabeleceu O Arauto em 1903, ela disse que sua missão era a de "anunciar a atividade e a disponibilidade universal da Verdade" (The First Church of Christ, Scientist, and Miscellany, p. 353).

O Arauto registra, em suas páginas, a transformação que ocorre na vida de muita gente e mostra que cada um de nós pode chegar à Verdade.

Que alegria pensar que o efeito da Verdade atua na consciência humana, trazendo cura e renovação! Nosso Mestre, Cristo Jesus, nos prometeu algo que de fato está se cumprindo: "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará" (João 8:32).

Cyril Rakhmanoff, O Arauto da Ciência Cristã, edição de julho de 1998
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