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Original para a Internet

Curada de esclerose múltipla

DO Arauto da Ciência Cristã. Publicado on-line – 29 de novembro de 2021


Muitos anos atrás, comecei a sentir nas pernas e pés sintomas que dificultavam meu caminhar. Por meio do estudo da Ciência Cristã, eu havia aprendido que Deus é a verdadeira origem de nossas capacidades, então me apoiei em Deus, a fim de poder seguir adiante com meus deveres de professora e mãe de crianças pequenas.

Estas palavras do profeta Isaías me fortaleceram: “Porque eu, o Senhor, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: Não temas, que eu te ajudo” (41:13).

Eu sabia que a cura é realmente um “trabalho interior”, que requer receptividade à inspiração, e disposição para elevarmos o pensamento à consciência divina. Com a ajuda de uma praticista da Ciência Cristã, orei diariamente, buscando superar o medo com a compreensão de que Deus é Tudo e “…nenhum outro há, senão ele” (Deuteronômio 4:35).

A cura não veio rapidamente. Alguns dias eram melhores que outros, mas eu perseverava, sabendo que, independentemente de quanto tempo demorasse, a cura era inevitável. Eu considerava aquele desafio como uma oportunidade de crescimento espiritual, e cada atividade como uma chance para demonstrar a resposta à pergunta: “Acaso, para o Senhor há coisa demasiadamente difícil?” (Gênesis 18:14). Sempre que me sentia frustrada, eu declarava que o desânimo não era realmente o meu pensar, pois os pensamentos do homem são a expressão da Mente divina e sempre reconhecem a presença e o poder do bem infinito.

Em um dado momento, quando começava a pensar que talvez tivesse de interromper minha carreira de professora, ganhei um prêmio estadual por excelência no ensino. Era uma grande honra, mas exigia que eu trabalhasse para a Secretaria Estadual de Educação por uma semana, durante o recesso escolar, projetasse um programa de ensino e apresentasse diversos seminários para outros professores. Eu me perguntei como poderia cumprir essas exigências, além de conseguir andar no palco para receber o prêmio. Cheia de dúvida e com medo, orei fervorosamente para saber como proceder.

Naquele verão, com oração e persistência, consegui completar as tarefas. Mas alguns familiares e amigos estavam preocupados com minha saúde e me instaram a procurar um diagnóstico médico. Relutantemente, concordei e o médico que me examinou diagnosticou o problema como esclerose múltipla. Disse-me que não havia tratamento para aquela doença.

“Continue com sua religião”, disse ele, “pois até encontrarem algum recurso médico, você já estará curada.” Ele me encaminhou para um neurologista, que fez outro exame e recomendou um teste. Fui ao local indicado, mas depois de pensar, decidi não me submeter ao teste. Dei-me conta de que não queria um registro material, rotulando-me como portadora de uma doença incurável, pois eu sabia, de coração, que “…para Deus tudo é possível” (Mateus 19:26).

Na volta para casa, recordei-me da cura da filha de Jairo, ao qual Cristo Jesus disse: “…Não temas, crê somente, e ela será salva” (Lucas 8:50). Percebi que Jesus nunca se referiu à menina como se ela estivesse morrendo ou morta; disse que ela estava dormindo. Isso me ajudou a ver o ponto crucial de que o problema não estava no corpo dela — nem no meu. Em vez disso, era o pensamento que precisava despertar espiritualmente para o fato de que a Mente divina governa cada um de nós e é a verdadeira fonte de vida e movimento.

Quando cheguei em casa, liguei para a praticista, que falou comigo carinhosamente e com a firme convicção de que eu seria curada. Lembro-me dela, citando esta passagem da Bíblia: “O Senhor Deus é a minha fortaleza, e faz os meus pés como os da corça, e me faz andar altaneiramente” (Habacuque 3:19).

Apoiando-me no Espírito divino com total confiança, naquele momento tomei consciência da minha verdadeira identidade como reflexão de Deus, perfeita e completa.

Aquele foi um momento decisivo. Ao longo das semanas seguintes, minhas pernas ficaram mais fortes. Meus pés, que haviam se encurvado para dentro, começaram a voltar para a posição normal. Foi ficando mais fácil me movimentar e, em setembro daquele ano, todos os sintomas haviam desaparecido. Consegui atravessar o palco para aceitar meu prêmio de educadora. A cura foi completa, e continuei trabalhando como professora por mais trinta anos.

Beverly Wood Coyle
Vienna, Virginia, EUA

Testemunhei a cura de minha mãe, como ela a descreveu. Houve muitos altos e baixos, mas saber que não havia tratamento médico disponível para a esclerose múltipla ajudou a fortalecer a confiança de nossos familiares na Ciência Cristã. Isso serviu de apoio para minha mãe, quando ela, voltando-se de todo o coração para Deus, reverteu o terrível veredito. A certa altura, vi minha mãe não mais rastejar, mas andar livremente, como resultado da oração. Algumas semanas depois, nossa família fez uma caminhada de 8 km na cidade de Nova York. Sua experiência realmente prova que não há nada demasiadamente difícil para o Senhor.

Caitlin Coyle Reidway
Waxhaw, Carolina do Norte, EUA 

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— Mary Baker Eddy, The First Church of Christ, Scientist, and Miscellany p. 353 [A Primeira Igreja de Cristo, Cientista, e Outros Textos]

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