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Original para a Internet

Alegria: não saia de casa sem ela

DO Arauto da Ciência Cristã. Publicado on-line – 16 de fevereiro de 2026


A maioria de nós já se divertiu vendo crianças pequenas dançando, em sua inocência, sem se preocupar com o que os outros poderiam pensar, movimentando-se ao ritmo da música com a mais pura alegria. Mas talvez nos perguntemos: “Será que em minha própria vida está presente a alegria que vemos na dança dessas crianças?”

Esse entusiasmo, essa alegria, vem diretamente do Espírito, Deus. Contudo, o Espírito não é algo que vem para nós. Na verdade, é um poder refletido em nós e, de nós, para todos. Ao escrever sobre nossa verdadeira identidade espiritual como progênitos de Deus, a Mente única e infinita, Mary Baker Eddy diz: “As ideias infinitas da Mente correm e se alegram” (Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, p. 514). O reconhecimento dessa verdade a respeito de cada um de nós, o qual se origina em Deus e é por Ele inspirado, manifesta-se em um amor mais profundo e imparcial, que sente satisfação em cada evento diário de nossa vida. Não posso deixar de perceber a alegria em outra declaração da Sra. Eddy, na qual ela diz que o amor pode se manifestar como “pezinhos saltitando pela calçada” (ver Escritos Diversos 1883–1896, p. 250).

Sentir-se sobrecarregado pelas pressões, e especialmente pelo julgamento do mundo, pode fazer com que nos sintamos inseguros e desejosos de aprovação. Isso não traz alegria. Todavia, Ciência e Saúde nos fala de um tipo de pressão que é positiva, não negativa: “Os Cientistas Cristãos têm de viver sob a constante pressão do mandamento apostólico de se retirar do mundo material e se apartar dele” (p. 451).

Esse tipo de pressão é espiritual, e não é afetada pela pressão do mundo. Assemelha-se mais à cabine pressurizada de um avião, onde os passageiros não sentem nem são afetados pelas alterações da pressão atmosférica externa. Ali, a pressão constante representa o equilíbrio, neutralizando a pressão externa. Para mim, isso significa que, pelo fato de nossa alegria ser uma ideia espiritual da Mente, ela não pode ser abalada, e permanece para sempre intacta, constante.

Anos atrás, a diretoria da empresa que eu administrava me informou que tinham decidido vendê-la. No ano anterior, porém, a empresa havia adquirido uma rede de três lojas que se dedicavam à pintura em cerâmica. Esse poderia ser um obstáculo à venda, porque essas lojas estavam dando prejuízo. Apesar disso, eu sabia que o pequeno negócio de cerâmica era valioso. Na época, eu estava orando em busca da orientação da Mente divina, para saber como eu poderia melhor servir aos outros de um modo que incluísse mais alegria. Eu apreciava muito o fato de a empresa de cerâmica ser voltada para atividades com famílias, e gostava de ver as crianças se divertirem despreocupadamente pintando as peças. Encontrei um investidor e apresentei uma oferta para comprá-la. Isso fez com que eu me voltasse em direção a uma excelente oportunidade de negócio, e essa foi a resposta à minha oração.

Eu sabia que assumir essa responsabilidade não poderia diminuir a alegria, que é algo inerente a mim, porque essa alegria se origina em Deus. Graças ao meu estudo diário da Ciência Cristã, eu me senti livre para seguir em frente, sem restrições, com o senso de que estava sendo conduzido por um objetivo divino. Nós estávamos sentindo alegria, dançando mentalmente como se ninguém estivesse olhando. Acabamos nos tornando uma bemsucedida franquia, que trouxe alegria a diversas gerações de famílias em várias partes do mundo.

Por sermos a expressão de Deus, manifestamos a atividade plena da alegria que provém do Amor divino, e nosso trabalho diário pode refletir isso. Esta passagem de Ciência e Saúde descreve o senso de crescimento que eu precisava em minha vida, naquela época: “Para nos certificarmos de nosso progresso, precisamos saber onde estão nossos afetos e a quem reconhecemos e obedecemos como Deus. Se o Amor divino está se tornando mais próximo, mais querido e mais real para nós, então a matéria está se submetendo ao Espírito. Os objetivos que procuramos alcançar e o espírito que manifestamos revelam nosso ponto de vista e mostram o que estamos conquistando” (p. 239).

A Bíblia declara: “O Senhor… se deleitará em ti com alegria…” (Sofonias 3:17). Será que estamos percebendo o deleite, a satisfação de Deus, e sentindo Sua alegria em relação a nós? Compreendemos que nós somos Sua alegria se expressando, e que nunca podemos estar separados dessa alegria? Lemos em Ciência e Saúde que “…a alegria não pode ser convertida em tristeza, porque a tristeza não tem domínio sobre a alegria…” (p. 304).

Por sermos ideias da Mente, encaremos cada dia e cada situação com entusiasmo e confiança — movendo-nos com leveza e sem restrições — com Deus! São infinitas as bênçãos que recebemos, quando reconhecemos e expressamos nossa alegria inata como ideias da Mente.

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