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Original para a Internet

Brilhai, sois a luz do mundo!

DO Arauto da Ciência Cristã. Publicado on-line – 18 de maio de 2026


Embora possamos entrar em uma loja e comprar uma lâmpada, uma vela, uma lanterna — algo que possa emitir luz — como é bom saber que nenhuma loja ou fornecedor vende algo que emita escuridão! Isso porque a escuridão é simplesmente a ausência de luz. A única maneira de deixar uma sala no escuro, por exemplo, é bloqueando ou desligando toda e qualquer fonte de luz. Contudo, a escuridão pode parecer algo muito real.

Com frequência o mundo parece envolto em trevas, e essa sensação não é porque a luz do sol não esteja brilhando. Muitas pessoas lutam contra pensamentos sombrios. Talvez outras achem que determinadas ações e decisões que as afetam estejam afundando tudo em trevas. Mas Cristo Jesus, no Sermão do Monte, dirigindo-se aos discípulos, assegura-lhes que eles são a luz do mundo (ver Mateus 5:14–16). E essa luz que neles resplandece, sua natureza e caráter espirituais, em realidade resplandece em todos. Talvez nos perguntemos, então, como podemos ver, vivenciar e sentir essa luz, pois, se ela está realmente presente, deveria dissipar o senso de escuridão.

O Apóstolo Paulo, em sua carta à igreja de Corinto, responde a esse questionamento: “…Deus, que disse: Das trevas resplandecerá a luz, ele mesmo resplandeceu em nosso coração, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Cristo” (2 Coríntios 4:6). Acaso isso não mostra que a luz, naturalmente presente em todos, é o Cristo que Jesus exemplificou?

Mary Baker Eddy, a Descobridora da Ciência do Cristo, a qual Jesus ensinou aos seus discípulos, escreve em Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras que o Cristo é “uma influência divina sempre presente na consciência humana”, iluminando-a com a evidência de que Deus está conosco, “Emanuel” (ver p. xi). Em outra passagem de Ciência e Saúde, ela também se refere ao Cristo como “a estrela-guia do existir” e a “estrela-d’alva da Ciência divina” (ver p. vii).

Muitos estão buscando essa luz, consciente ou inconscientemente. Se ansiamos por ver essa luz-guia que dissipa a escuridão, temos o exemplo de Cristo Jesus, e é importante que estejamos dispostos a segui-lo. Na Bíblia, Jesus mostra a todos os seguidores como amar da maneira que ele amava, e fazer as obras que ele fez e nos ordenou que fizéssemos.

Adquirindo uma compreensão mais espiritual a respeito de Deus, passamos a melhor compreender quem somos como criação espiritual dEle. Não se trata de uma luta infrutífera e inútil, mas sim prática e eficaz. Com o importante estudo das Escrituras e a vigilância espiritual, temos as ferramentas essenciais para adquirir essa compreensão espiritual. Muitos também estão descobrindo que a obediência e o cumprimento das regras ensinadas na Ciência Cristã são indispensáveis para o crescimento espiritual e o progresso prático.

Fazer brilhar a luz do Cristo não significa estar sob os holofotes ou em destaque, nem ser o centro das atenções em uma reunião, competir com os outros para receber atenção especial ou ter como objetivo a fama e a notoriedade. Também não se trata de uma personalidade humana. Pelo contrário, é a alegria de permitir que se manifestem as qualidades espirituais que cada um de nós, de maneira natural e única, reflete como ideia de Deus. Essas qualidades do Cristo são boas e estão sempre presentes.

A Ciência Cristã explica isso por meio de uma metáfora, na qual Deus é representado pelo sol, Cristo sendo a plena luz do sol, e todos os homens e mulheres sendo raios individuais (ver Mary Baker Eddy, A Primeira Igreja de Cristo, Cientista, e Outros Textos, p. 344). Não precisamos fabricar essa luz do Cristo, para sermos o raio singular e necessário que somos. Essa luz já faz parte de nós. Por inspiração divina, ficamos mais conscientes dessa luz, à medida que verdadeiramente desejamos saber o que o Cristo é, e o que ele significa para nós e para toda a humanidade, e à medida que estamos dispostos a aprender mais sobre a Ciência que torna prático esse conhecimento. Deus, a Mente divina, não distribui inspiração em porções variáveis com base em nosso mérito ou na falta deste. A inspiração também não é um bem que só alguns possuem. Nosso pensamento é iluminado à medida que estamos receptivos às mensagens do Cristo e às ideias espirituais que Deus continuamente nos dá.

Cristo Jesus disse categoricamente que aqueles que seguem seu exemplo são a luz do mundo. E ele instou a que deixássemos nossa luz brilhar. Como podemos fazer isso? A fim de deixar que nossa verdadeira natureza espiritual brilhe, devemos, não apenas ouvir os bons pensamentos que vêm de Deus, mas decidir aceitá-los e dar-lhes precedência. Às vezes, isso pode parecer difícil, mas, quanto mais conseguirmos optar pelo bem, mais rapidamente o reconheceremos e, sabedores dos benefícios atrelados a deixar que brilhe essa luz que nos é natural, mais prontamente cederemos ao Cristo. A Ciência Cristã nos capacita a reconhecer que brilhamos com a luz do Cristo, e mostra como provar que essa compreensão pode dissipar as trevas de maneira prática.

Há mais de cento e cinquenta anos, muitas pessoas continuam provando que as regras da cura pela Ciência do Cristo, apresentada em Ciência e Saúde, são eficazes. O livro não apenas revela o significado espiritual da Bíblia, mas apresenta ideias que, quando compreendidas, também resultam em cura. A Ciência do Cristo está livremente acessível e disponível a todos para ser aprendida e praticada. O livro-texto da Ciência Cristã declara: “O Cristo é a ideia verdadeira que proclama o bem, a mensagem divina de Deus aos homens, a qual fala à consciência humana” (Ciência e Saúde, p. 332). Quando humildemente prestamos atenção, Deus se faz ouvir.

Jesus nos assegura que todo aquele que segue o exemplo do Cristo não andará nas trevas. O Apóstolo Paulo adverte que, como filhos de Deus, mesmo no meio do que ele chama “uma geração pervertida e corrupta”, devemos “resplandece[r] como luzeiros no mundo” (ver Filipenses 2:15). Lembremo-nos que um raio de sol não precisa se esforçar para irradiar a luz, pois o sol está sempre brilhando. Não podemos deixar de brilhar como raio individual — como expressão sem igual de Deus, pois é isso que somos. Deixemos que nossa luz resplandeça hoje.

Moji George
Membro da Diretoria da Ciência Cristã

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