No final do ano passado, fiz uma viagem longamente esperada a meu país natal, Uganda. Foi um período repleto de risos, refeições com a família e amigos, e conversas cheias de afeto. Foi uma grande bênção me ver cercado de amor e sentir o bem divino expresso por todos ao meu redor.
Ao voltar para os Estados Unidos, meu coração estava repleto de gratidão pela harmonia e paz que havia vivenciado durante a viagem. No entanto, na escala em Dubai, escorreguei e caí quando me dirigia ao quarto no hotel. Senti que havia torcido o tornozelo. Quando me levantei, o funcionário que me acompanhava percebeu que eu estava mancando e se ofereceu para carregar uma das minhas malas.
Assim que entrei no quarto, me voltei a Deus de todo o coração. Peguei meu exemplar de Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, de autoria de Mary Baker Eddy, um livro que me guiou inúmeras vezes na busca de paz e cura. Fui inspirado a abri-lo na página 424, e li a seguinte frase: “Os acidentes são desconhecidos para Deus, a Mente imortal, e temos de deixar a base mortal da crença e unir-nos à Mente única, a fim de substituir a noção de acaso pelo senso apropriado da infalível direção de Deus, e assim trazer à luz a harmonia”.
Orei com essa verdade, afirmando que a criação de Deus, o Espírito — que inclui cada um de nós — é inteiramente espiritual e governada pela lei divina, jamais pelo acaso ou por um acidente. Declarei que Deus, a Mente divina, é onisciente e onipresente, por isso não pode haver erros ou acidentes em Seu reino. Eu sabia que jamais estivera fora do cuidado de Deus, nem por um instante. Compreendi claramente que a harmonia é nosso estado natural e que, naquele instante, eu poderia reivindicar essa harmonia para mim.
Ao orar com empenho, logo senti a paz substituir o medo. A dor diminuiu, e consegui dormir bem durante a noite. Na manhã seguinte, o desconforto havia diminuído muito. Consegui andar normalmente e continuar a viagem de volta aos Estados Unidos, sem qualquer dificuldade. Em uma semana eu estava completamente curado, e a cura foi permanente.
Essa experiência mais uma vez confirmou que o amor de Deus é constante e prático. Sou muito grato pela compreensão que a Ciência Cristã nos proporciona de que nunca estamos separados do Amor divino e que a cura acontece naturalmente, à medida que reconhecemos e confiamos no cuidado sempre presente de Deus.
Alan Musere
Ewing, New Jersey, EUA
