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“Um só Deus infinito, o bem,” não só “unifica homens e nações”, como também “põe fim”, “aniquila” e “anula” o mal. Isso é algo que “um só Deus infinito, o bem”, por meio de uma igreja cujos membros e amigos são seguidores do Cristo, pode fazer.
Embora o temor de não fazer a coisa certa por nossos filhos possa tomar, às vezes, uma proporção enorme, fazer uma pausa para compreender nossa verdadeira relação com Deus, o Amor, traz vitória sobre o medo.
Diariamente, a ressurreição nos convida a vivenciar uma nova vida, a nos elevar acima desse sonho e a ceder à realidade do Amor infinito que é Deus. A ressurreição reduz a cinzas opiniões e pontos de vista ultrapassados, hábitos infrutíferos, e maneiras enfadonhas de viver e de ser — tudo o que obscurece o progresso espiritual, a paz, a bondade, o amor e a alegria.
Prestar menos atenção a como tenhamos dormido, e dar mais atenção ao que somos como filhos de Deus, faz com que encontremos cada vez mais descanso na atividade de orar, e de compreender e expressar com amor nossa identidade espiritual.
Fomos feitos para viver em relação amistosa com todos, porque o Deus que nos criou é o Amor.
Abrir um novo calendário, cheio de páginas em branco, representa um novo começo, uma porta para o progresso. Em tais momentos , as pessoas muitas vezes se dão permissão para libertar-se de tudo o que aconteceu antes e avançar com muita expectativa para o próximo capítulo ainda não escrito de sua vida — e do mundo.
Nada pode nos trazer maior satisfação do que agarrar-nos a esse “Natal eterno” da completa supremacia da Mente sobre a matéria. Permite que nos curemos a nós mesmos e aos outros, e lança a necessária luz espiritual sobre os mais prementes problemas do mundo.
A verdadeira história de cada um de nós é a realidade espiritual que Deus conhece.
Vivemos atualmente um período fértil em redefinições, pois estamos sendo impelidos a repensar, em escala global, questões amplas, até mesmo universais. Aqui está como a oração na Ciência Cristã pode ajudar.
Nada pode nos trazer maior satisfação do que agarrar-nos a esse “Natal eterno” da completa supremacia da Mente sobre a matéria. Permite que nos curemos a nós mesmos e aos outros, e lança a necessária luz espiritual sobre os mais prementes problemas do mundo.