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Quando tivermos crescido a ponto de abandonar a crença de que o homem se acha separado da Alma, sentiremos por fim o contentamento verdadeiro. Ora, enquanto nos submetermos à crença de que o homem é uma entidade psicológica e biológica que está governada, pelo menos em parte, por impulsos, necessidades, desejos e anseios, continuaremos a correr atrás de meios para satisfazer àquela sensação de vazio.
Uma conclusão a que se chega pela leitura das Escrituras é a de que as curas efetuadas por Cristo Jesus eram virtualmente instantâneas. “Impondo-lhe as mãos, ela imediatamente se endireitou e dava glória a Deus” Lucas 13:13; , é o que Lucas relata, ao se referir a um exemplo típico de cura efetuada pelo Mestre — nesse caso a cura de uma mulher que andava “encurvada” havia já dezoito anos.
Este título, talvez você julgará, não se refere à época atual! No entanto, se não estivermos apercebidos daquilo que é o bem maravilhoso, precisamos obter uma perspectiva mais espiritual. O que vemos acerca de nós é determinado, em larga escala, pela atitude mental que adotamos.
A sogra de Pedro estava de cama com febre quando Cristo Jesus chegou. Ora, para o Mestre, não havia problema insolúvel.
Jesus orou por nós. Será que fomos receptivos a essas orações e aceitamos sua eficácia? O profundo valor de sua oração por nós reside na atitude cristã que caracterizava todo esforço que ele fez em prol da humanidade.
A maioria de nós levanta instintivamente objeção à possibilidade de deixar-se enganar. E com justa razão.
Há algo muito especial quanto ao que você é em realidade. É a sua verdadeira beleza.
Anos atrás, antes que o telefone e as máquinas de combustão interna aproximassem mais estreitamente as cidades, a igreja paroquial era tradicionalmente o centro da maioria das comunidades cristãs. Até mesmo a menor das aldeias aglomerava-se ao redor de sua igreja.
As cidades são centros do pensamento humano. É, pois, compreensível que às vezes sejam centros cheios de problemas: decadência, dívida, alastramento irregular, até mesmo guerrilhas e terroristas urbanos.
Uma figura solitária sentada num banco de praça; um homem, ou uma mulher, encolhido num quarto frio escassamente mobiliado; uma criança abandonada e faminta agachada na beira do caminho — são imagens conhecidas retratando solidão e desespero. Talvez sejam elas o que nos vem ao pensamento quando nos lembramos do dever cristão de consolar o solitário e o aflito.