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Original para a Internet

Para jovens

Os maus pensamentos não podem nos controlar

DO Arauto da Ciência Cristã. Publicado on-line – 18 de outubro de 2021


Eu não conseguia parar de pensar no que eu tinha visto. Uma tarde, olhando por cima do ombro de uma pessoa da família, inesperadamente entrevi uma cena que realmente me perturbou. Passei toda a noite preocupado. Era arrepiante e eu não queria pensar nisso. 

Durante anos após ter visto essa cena perturbadora, a lembrança desse momento me atormentava quase todas as noites. Eu tentava o máximo que podia não pensar nisso, mas nunca funcionava. Quanto mais eu tentava me afastar mentalmente daquela cena, mais ela persistia em voltar ao meu pensamento. 

Então um dia, quando eu estava viajando, percebi algo: aquela cena perturbadora não era dona de mim. Deus estava controlando a mim e controlando meus pensamentos. Visto que Deus é unicamente o bem, esse bem era tudo o que realmente tinha poder sobre mim. Eu sabia que não precisava mais viver com medo daquela cena.

Há uma passagem da Bíblia que explica como comecei a lidar com as coisas. Diz assim: “Que diremos, pois, à vista destas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Romanos 8:31). Compreendi que, por Deus estar do nosso lado, não importa quão amedrontadora possa parecer a situação, o problema não pode prevalecer. Com Deus, não precisamos viver com medo de coisa alguma.

Percebi que antes, quando eu tentava me afastar mentalmente dessa cena, era como se eu lhe desse poder sobre mim, pois parecia que eu tinha de lutar com essa imagem. Em vez disso, aprendi a me livrar dela, pois sabia que Deus estava comigo, portanto, não havia nada de que eu pudesse ter medo. Como diz a Bíblia: “… diz ao Senhor: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em quem confio. Pois ele te livrará do laço do passarinheiro e da peste perniciosa. Cobrir-te-á com as suas penas, e, sob suas asas, estarás seguro; a sua verdade é pavês e escudo” (Salmos 91:2–4). Quando a cena voltou à minha mente, não tentei mais lutar, e ela simplesmente desapareceu.

A partir daí, aquela cena nunca mais dominou meus pensamentos. Eu não pensava nela a todo momento do dia e parei de ter medo. Pude ver como, de certo modo, ao ter tanto medo, eu estivera criando um “deus”. Entretanto, aquela cena não era um deus e, portanto, eu não tinha de me curvar de medo. Não necessariamente porque ela não parecesse amedrontadora, mas porque estou sob a proteção do Deus único e uno. 

Devido a essa experiência, agora eu sei como lidar com imagens mentais intrusas e me sinto mais confiante de que Deus realmente está no controle dos meus pensamentos e de toda a minha vida.

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— Mary Baker Eddy, The First Church of Christ, Scientist, and Miscellany p. 353 [A Primeira Igreja de Cristo, Cientista, e Outros Textos]

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