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Testemunhos
Aos doze e treze anos, eu sofria muito pelo excesso de verrugas nas mãos e no joelho. Era uma fase difícil, pois a aparência física é muito importante para uma adolescente.
Sempre fui um admirador de bebidas alcoólicas. Quando ia ao supermercado, dirigia-me logo a esse setor para comprá-las.
Mostrava a parte mais antiga do Porto para uma conferencista que daria uma palestra no dia seguinte, a convite da Sociedade de Ciência Cristã que freqüento. Vínhamos a conversar e a caminhar distraídas pela rua e, sem notar, pisei em um cachorro que estava deitado no chão.
Quando criança, freqüentei a Escola Dominical da Ciência Cristã, onde aprendi os sete sinônimos de Deus: Mente, Amor, Espírito, Princípio, Alma, Verdade, Vida. Gostava muito de ouvir as histórias de personagens bíblicos que conversavam com Deus.
Há mais de quarenta anos, passei por uma situação que me abalou muito. Eu não tinha emprego e estava em um processo de separação legal de meu marido, pois, naquela época, o divórcio ainda não havia sido instituído no código civil brasileiro.
Em 2006, ao fazer exame médico para renovação da minha carteira de habilitação, o médico me informou que, devido a minha pressão arterial estar muito alta, ele não poderia manter a categoria D de minha carteira, o que não me permitiria mais dirigir veículos destinados ao transporte de pessoas, como vans e ônibus, a menos que eu apresentasse um atestado de um cardiologista que declarasse que meu estado de saúde era apropriado para essa categoria. Como havia dirigido esse tipo de veículo por muitos anos antes de me aposentar e ainda o fazia sempre que necessário, não queria perder essa possibilidade.
Certo dia, enquanto ia de bicicleta para o curso de inglês, percebi que havia um buraco à frente. Achei que poderia passar bem sobre ele, contudo, cai e bati com o tornozelo no chão.
Certa vez, eu e uma irmã estávamos prontas para ir à igreja assistir à reunião de testemunhos, quando, de repente, veio-me um mal-estar agudo com dores em todo o corpo. Imediatamente afirmei a verdade de que eu, como filha espiritual e perfeita de Deus, não poderia ser atingida por algo que Ele não criou, ou seja, nenhum tipo de doença.
No início de junho de 2007, junto com minha esposa e um de meus filhos, eu organizava um cômodo que usávamos como depósito. Enquanto eles descartavam objetos em geral, eu examinava criteriosamente os documentos, para ver o que precisaria ser preservado.
Há alguns anos, eu e outros membros da igreja da Ciência Cristã que freqüento, costumávamos visitar mensalmente um centro para idosos. Levávamos lanche, líamos e orávamos com eles.