Quando pela primeira vez ouvi um amigo falar sobre seu casamento, parecia-me que ele tinha encontrado a resposta para obter felicidade e satisfação eternas. Provavelmente, não era isso que ele queria dizer, mas seus comentários puseram-me em guarda pelo fato de eu estar solteira e desejar permanecer assim ainda por algum tempo. Todavia, os comentários instigaram-me a examinar meus próprios pensamentos sobre o casamento. Por que estaria eu reagindo desse modo? De qualquer maneira, o que significava o casamento para mim?
De acordo com a definição de um dicionário, casamento — num sentido amplo — é “qualquer união íntima ou estreita”. Usualmente pensamos no casamento como uma união entre duas pessoas, mas há outro sentido que comporta ser examinado. Na maioria das vezes, pensa-se que o casamento traz segurança, objetivo e confiança às pessoas que o contraem.
Porém, ao considerar isso, desagradou-me o fato de que, por ser eu solteira, esperava-se que eu fosse insegura, indecisa, incerta e que, assim que me casasse, toda essa situação se inverteria. Era o mesmo que dizer que eu era uma pessoa apenas pela metade. Se assim fosse, eu teria que passar meu tempo orando para que algum dia encontrasse minha outra metade. Isso seria tolice. Deus me fez, e Ele me fez integral e completa.
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