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Matéria de capa

Ser pacificador

Da edição de julho de 2003 dO Arauto da Ciência Cristã


Quando oro, procuro compreender que Deus, o único Criador, não criou o mundo para ser destruído, nem para ter guerras e conflitos. Nos últimos meses, tenho orado diariamente para a paz mundial, com base neste trecho de Ciência e Saúde, de Mary Baker Eddy: “Um só Deus infinito, o bem, unifica homens e nações; constitui a fraternidade dos homens; põe fim ás guerras; cumpre o preceito das Escrituras: ‘Amarás o teu próximo como a ti mesmo’; aniquila a idolatria pagã e a cristã — tudo o que está errado nos códigos sociais, civis, criminais, políticos e religiosos; estabelece a igualdade dos sexos, anula a maldição sobre o homem, e não deixa nada que possa pecar, sofrer, ser punido ou destruído” (p. 340).

Na minha experiência diária tenho visto como é importante “amar o próximo como a mim mesma”. Compreendo que Deus põe fim ás guerras, sejam internacionais, nacionais ou pessoais, mas cabe a cada um de nós amar o próximo e expressar qualidades de um pacificador tanto em casa, como no trabalho, na escola e até mesmo no trânsito.

O pacificador é aquele que proporciona paz para as pessoas em qualquer circunstância ao seu redor e, para isso, precisa estar em paz consigo mesmo e expressar paciência, tolerância e generosidade. O estudo da Christian Science tem me ajudado a pôr tais qualidades em prática. Há pouco tempo, eu estava visitando uns familiares, quando os cachorros da vizinha começaram a latir, todos ao mesmo tempo. O barulho era bastante desagradável, quase tornando impossível entender o que estávamos conversando. Então, um dos meus parentes saiu de casa levando consigo um cabo de vassoura; foi até ao portão da vizinha, começou a bater com toda a força e gritava sem parar para que os cachorros parassem de latir. O alvoroço era tanto que parecia que tudo resultaria em caso policial. Comecei a orar reconhecendo que Deus, a única realidade, estava ali presente e afirmei mentalmente: “Deus está agora mesmo aqui trazendo harmonia para todas as pessoas”. Logo em seguida, esse meu parente voltou para casa muito transtornado. Enquanto outros tentavam culpá-lo por ter feito aquele estardalhaço, eu o levei para o quarto e começamos a conversar. Aos poucos, se acalmou.

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