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Original para a Internet

Protegido contra o contágio no local de trabalho

Da edição de junho de 2020 dO Arauto da Ciência Cristã

Publicado anteriormente como um original para a Internet em 6 de abril de 2020.


No início de minha carreira profissional, trabalhei em uma pequena fábrica em uma cidade de porte médio. Nos meados do inverno, muitas pessoas começaram a falar constantemente sobre a temporada de gripe, e, como era de se prever, a doença parecia se manifestar de modo bastante agressivo.

Muitos ficaram sem trabalhar devido à gripe, e os que ficaram na fábrica falavam, nervosos, especulando se seriam os próximos. Eu, porém, sendo o único Cientista Cristão na fábrica, tinha uma reação muito diferente.

O Salmo 91 nos diz: “Nenhum mal te sucederá, praga alguma chegará à tua tenda,” desde que permaneçamos mentalmente no “esconderijo do Altíssimo” (versículos 10, 1). De acordo com a Ciência divina do Cristo, a doença não é de Deus e, por isso, não pode se opor ao poder divino; e sendo Seus filhos e filhas, temos a capacidade, dada por Deus, de demonstrar domínio sobre tudo o que é dessemelhante de Deus, pois Deus é o bem. 

Orando a respeito do contágio, percebi a necessidade de fazê-lo não só por minha própria proteção, mas pela de todos. Mesmo que eles não compreendessem a Ciência do Cristo como sendo uma lei de saúde, eles não tinham de sofrer.

Naquele período, duas palavras vinham repetidamente ao meu pensamento, e para mim eram como uma clara mensagem vinda de Deus: “Abençoada certeza”. Percebi ser-me possível obter força e conforto vindos da lei do bem, pois eu sabia da presença eterna de Deus, que tem todo o poder e tem controle sobre todas as situações. Tive a certeza de não existir poder algum capaz de se opor à onipotência do Amor divino. As sugestões de doença e de perigo aparentemente prendiam a atenção de todos, mas não necessariamente a minha. Deus, o bem, estava exatamente ali mesmo, no escritório onde eu trabalhava.

Todas as vezes que se referiam à “epidemia”, que parecia se tornar mais agressiva a cada dia, eu repetia para mim mesmo, silenciosamente, mas com firmeza, aquelas duas palavras: “Abençoada certeza”. Ao aferrar-me a essa ideia, comecei a ter a certeza de uma proteção palpável, e orei buscando ver os outros igualmente protegidos.

Ao cabo de várias semanas nessa situação, fui designado para dois dias de reuniões de oito horas de duração, em uma pequena sala para esse fim. Um dos participantes parecia estar muito gripado, tossindo ruidosamente o tempo todo. Apesar da sugestão de contágio parecer muito forte, dei-me conta da necessidade de lidar com ela de frente, não apenas por mim, mas por todos naquela sala. As duas palavras “abençoada certeza” continuaram a ser minha proteção mental, enquanto eu orava, aspirando a ver a perfeição e invulnerabilidade de todos, por serem filhos e filhas de Deus.

No segundo dia de reuniões, a pessoa que estivera doente estava tossindo bem menos. Que eu me lembre, os demais integrantes da reunião não chegaram a adoecer, nem eu.

A lição que aprendi graças a essa experiência foi de que o contágio no local de trabalho, ainda que domine a imaginação de todos, não é uma lei, nem é invencível. Essa lição eu guardo comigo. Assim como muitas das lições aprendidas com meu estudo da Ciência Cristã, também daquela vez o efeito foi permanente. Durante toda a minha carreira profissional, doença alguma jamais me fez faltar a um dia de trabalho.

William Whittenbury
Rancho Palos Verdes, Califórnia, EUA

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— Mary Baker Eddy, The First Church of Christ, Scientist, and Miscellany p. 353 [A Primeira Igreja de Cristo, Cientista, e Outros Textos]

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