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O corpo humano é objeto de interminável análise e exame. A humanidade gasta uma enorme porção de tempo e de energia a testar as várias reações do corpo e a complicada estrutura do organismo físico.
A inteligência é geralmente considerada uma posse privativa, que às vêzes é herdada, outras vêzes cultivada através da educação e do uso, mas que sempre depende do cérebro para funcionar normalmente. A inteligência tem sido descrita pela humanidade como sendo a função mental de compreender as relações, o conhecimento que acumula saber, e a capacidade de usar meios apropriados para a realização de objetivos.
Mary Baker Eddy escreve, no capítulo “A Prática da Ciência Cristã Christian Science — pronuncia-se: Crístian Çai'ens. ” ( Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, p.
Os problemas dos adolescentes e de seus pais são humanos. Provêm da crença na vida material, inclusive o nascimento material, a maturidade, e finalmente a morte.
A Ciência Cristã Christian Science — pronuncia-se: Crístian Çai’ens. ensina que, em sua essência, a riqueza não é dinheiro, o caráter não é feito pelo homem, e a substância não está em coisas materiais.
Grande parte do pensamento humano nos Estados Unidos, hoje em dia, ocupa-se da batalha contra a probeza. Essa batalha constitui a manifestação de uma terna preocupação com o próximo.
Quando alguém usufrui de grande abundância precisa, mais do que nunca, atentar para sua compreensão acêrca do suprimento. É essa a oportunidade em que a mente carnal oferece a tentação a que o indivíduo se satisfaça com a matéria, ou nela confie como se fôsse real, como se fôsse substância da qual se possa depender, ao passo que, segundo a Ciência Cristã Christian Science — pronuncia-se: Crístian Çai'ens.
A verdadeira noção de humildade baseia-se na relação entre Deus e o homem como causa e efeito. Quando compreendemos que Deus é a única causa, e que o homem é o efeito dessa grande causa, mantemos nossa existência em ordem.
O pensamento humano geral às vêzes considera que a independência e a obediência se excluem mùtuamente. O pensamento apoucado julga a independência como um estado em que se está livre da necessidade de obedecer, isto é, um estado em que se pode fazer o que se quer.
A cada momento, um quadro de bem ou de mal apresenta-se à consciência humana. Às vêzes o bem parece predominar, outras vêzes o mal parece governar.