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Original para a Internet

Nódulos curados graças ao regozijo espiritual

DO Arauto da Ciência Cristã. Publicado on-line – 16 de maio de 2022


Durante muitos anos, tive um nódulo nas costas que, embora não apresentasse nenhum desconforto, me causava constrangimento quando eu usava roupas de verão. Eu orei, mas admito que não fui muito diligente nas minhas tentativas de curar o problema. Então, há dois anos, apareceu outro nódulo, agora no peito. Como estava crescendo rapidamente e era muito doloroso, não pude ignorá-lo e sabia que precisava de atenção imediata.

Minha mãe, que é Cientista Cristã, confiava plenamente na oração para curar. Quando adulta, escolhi esse mesmo método de cura espiritual, pois constatei que é eficaz, não é invasivo e nos proporciona os efeitos positivos do crescimento espiritual.

Expectante, comecei a orar diariamente por mim mesma e pedi ajuda a uma praticista da Ciência Cristã. Mas, quando meses se passaram e o problema piorou, comecei a me sentir desanimada.

A essa altura, procurei uma enfermeira da Ciência Cristã para que me ajudasse a fazer curativos. Era muito reconfortante receber esse cuidado profissional e prático, bem como seu incentivo à minha abordagem espiritual para a cura. Percebendo minha preocupação sobre o problema, ela me assegurou: “Não é nada”. Eu sabia que ela não estava sugerindo que eu ignorasse o problema, mas que desconsiderasse a desagradável imagem material de mim mesma e, em vez disso, reconhecesse meu verdadeiro eu como a imagem e semelhança espiritual de Deus.

A Descobridora e Fundadora da Ciência Cristã, Mary Baker Eddy, compreendeu a contradição entre a perfeição espiritual do homem (cada um de nós) e as incômodas sugestões dos sentidos materiais. Ela cunhou o termo mente mortal para descrever a falsificação da verdadeira consciência espiritual e explicou que é o “…nada que alega ser algo…” (Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, p. 591).

Decidi que, embora o quadro material fosse desagradável, eu podia compreender o nada do problema, assim como fez a enfermeira da Ciência Cristã.

Nos meses seguintes, continuei com o tratamento pela Ciência Cristã e fiquei muito grata pelo apoio em oração que recebi. Fui, algumas vezes, levada a mudar de praticista.

À medida que lutava para sentir que Deus é tudo e compreender o nada desse desagradável problema, identifiquei coisas em mim, das quais eu precisava me libertar. Analisei minhas crenças a respeito de hereditariedade, as quais estavam em oposição à compreensão de que meu verdadeiro Pai-Mãe, o bem infinito, nunca levaria Seus filhos a viver tal aflição. Percebi certa tendência a me irritar ao ouvir discussões políticas e a desconfiar de qualquer um que proferisse opiniões opostas às minhas. Reconheci que reagir dessa maneira era como coçar a pele que já está irritada, o que muitas vezes causa mais inflamação, não menos. Então, comecei a vigiar o pensamento contra tendências instintivas. Tornei-me uma pessoa mais calma e fiquei mais alerta aos pensamentos que precisavam de corretivo.

Ainda assim não havia evidência de melhora física. A sugestão que me veio foi de que eu deveria buscar um diagnóstico médico para saber com o que estava lidando. Embora eu soubesse que tinha total liberdade para fazer isso, caso achasse ser o melhor para mim, dei-me conta de que um diagnóstico apenas desviaria meu pensamento para a causa material, em vez de me permitir manter-me focada em ver a Deus, o bem, como a causa única e perceber a verdade espiritual da presente perfeição. Consequentemente, desapareceu todo pensamento a respeito de uma intervenção médica.

Este trecho de Ciência e Saúde vinha ao meu pensamento com frequência: “O poder da Ciência Cristã e do Amor divino é onipotente. É realmente capaz de romper as amarras e destruir a doença, o pecado e a morte” (p. 412).

Percebi que não podia haver nenhum grupo errante de células para se prender a mim ou crescer desenfreadamente debaixo da minha pele. Mantive-me firme à ideia de que meu Pai-Mãe Deus é responsável pelo meu crescimento, que é, portanto, espiritual, inteiramente baseado em princípios, e indolor.

No entanto, eu me sentia bastante solitária, refazendo o curativo com frequência e escondendo o problema sob camadas extras de roupas, enquanto conversava com amigos que consideravam que discutir livremente seus problemas tinha poder terapêutico. Quando a praticista percebeu isso, ela insistiu: “Alegra-te! e diz: ‘Obrigada, Pai, pois apenas o bem está atuando em mim!’ ”

Ela sugeriu que toda vez que precisasse limpar o local ou fazer curativo, que eu me lembrasse dos cuidados maternais com meus filhos quando bebês. Durante esse período, troquei muitas “mudas de roupa” ou fraldas sujas e nunca lamentei ter de fazer isso, não fiquei com essas imagens fixadas no pensamento nem descrevi as cenas para os outros. Em vez disso, eu jogava fora as fraldas e me esquecia delas, com a certeza de que algum dia já não seriam necessárias.

Esse foi verdadeiramente um chamado para despertar. Ponderei que relatar os detalhes da minha “roupa suja” seria um convite para que os outros se unissem a mim nesse pesadelo ilusório, o que só tornaria ainda mais difícil enxergar o que realmente estava acontecendo — que a totalidade do bem é ininterrupta.

Esse foi o momento decisivo para mim. Eu estava determinada a seguir em frente, regozijando-me, sabendo que não havia de fato história de aflição para ser contada.

Em poucos dias a dor cessou e logo em seguida o nódulo no peito diminuiu significantemente e não foi mais preciso fazer curativo. Certo dia, quando percebi com alegria que não sentia dor havia semanas, uma dor lancinante como um raio pareceu atravessar a pele onde o nódulo havia me incomodado. Era tão obviamente “o nada que alega ser algo”, que eu disse em alta voz: “Bela tentativa!”  

A sugestão de dor desapareceu e nunca mais retornou, e o lugar voltou ao seu tamanho e aparência normais, sem o menor sinal de deformidade.

Embora muito feliz, lembrei-me daquele nódulo de longa data nas costas. Decidi não mais negligenciar o problema. Eu sabia que, independentemente de quanto tempo tivesse sido evidente, enxergar o nada que ele era podia fazê-lo desaparecer. Isso não significava que a mente ou a vontade humana estivesse agindo sobre a matéria, mas sim estava me lembrando de declarar: “Obrigada, Pai, porque apenas o bem está acontecendo em mim!”

Sempre que me sentia tentada a verificar como estavam minhas costas, lembrava-me da pergunta da Sra. Eddy em Ciência e Saúde: “Mas por que deveríamos ficar apavorados ante o nada?” (p. 563). Como não havia nada para monitorar, não precisava olhar no espelho.

Alguns meses depois, eu estava escolhendo um vestido para um casamento ao ar livre que ia ocorrer em pleno verão, e decidi que seria sensato ver quanto do nódulo ainda era visível através do vestido. Ao posicionar o espelho para olhar as costas, vi que o nódulo havia desaparecido por completo. Não havia vestígio do problema, que estivera ali por anos.

Essa experiência desvendou para mim o significado das palavras de Paulo no trecho bíblico que fala sobre o regozijo diante das fraquezas (ver 2 Coríntios 12:10). Não nos regozijamos no sofrimento, mas na elevação espiritual que acompanha essas provações, pois encontramos uma visão mais elevada de Deus, de Sua proteção inabalável e de nós mesmos, fazendo eco à beleza e ao domínio da presença divina.

Helen Stevermer
Leawood, Kansas, EUA

Sou testemunha do desdobramento dessa cura, em que minha mãe confiou totalmente na oração e não recebeu nenhum tratamento médico. Fiquei extremamente feliz em vê-la livre dessa doença. Quando viajei por duas semanas, ela estava com o grande sinal nas costas, que eu sempre vira naquele lugar, e quando voltei, o sinal havia desaparecido. Sou muito grata pelo impacto de cura que a Ciência Cristã teve na vida de minha mãe e na minha.

Julia Stevermer

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“...anunciar a atividade e disponibilidade universal da Verdade...”

Mary Baker Eddy, The First Church of Christ, Scientist, and Miscellany [A Primeira Igreja de Cristo, Cientista, e Outros Textos], p. 353

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