
Editoriais
A começar por textos escritos à mão em tábuas de argila, rolos de papiros, folhas de pergaminho costuradas, e depois páginas impressas no papel por máquinas impressoras, e textos agora transmitidos digitalmente por computadores, tablets e smartphones, os livros têm envolvido e conectado pensadores com mundos, ideias e povos, durante milhares de anos. Um artigo excelente sobre o valor da leitura de livros apareceu na edição do fim de semana de 26–27 de novembro de 2016, do The Wall Street Journal.
Se você estiver na beira da praia, perto de mim, poderemos ambos sentir o frescor da água do mar que molha nossos pés descalços. Ou podemos observar as ondas suaves desfazerem lentamente o que restou de um castelo de areia.
Com tantos relatos de dor e sofrimento na experiência de muita gente no mundo inteiro, não é de surpreender que, às vezes, essas sugestões apareçam, batendo à nossa porta mental. Nesses momentos, é bom lembrar que não somos vítimas indefesas.
O romance clássico de Charles Dickens, intitulado “Um conto de duas cidades”, começa com algumas frases, tais como: “Foi o melhor dos tempos, foi o pior dos tempos.
Existe um ditado que diz: “Se a única ferramenta que você tem é um martelo, tudo o que você vê vai parecer um prego”. Esse ditado mostra a lamentável tendência do pensamento humano de supor que uma maneira já estabelecida e arraigada de fazer as coisas pode ser eficazmente aplicada a todo e qualquer problema que estejamos enfrentando.
A proliferação e a aleatoriedade de ataques terroristas no mundo têm preocupado os cidadãos em geral. Esses ataques nos levam a perguntar que medidas nós podemos tomar individualmente para contribuir para a segurança das nossas famílias, das comunidades e do mundo.
O que aconteceria se todas as verdades espirituais e metafísicas encontradas em Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, de Mary Baker Eddy, fossem verdadeiras hoje? Parece estranho até mesmo fazer tal pergunta, não é mesmo? Pode ser que alguém responda: “ora, tenho lido Ciência e Saúde por quase toda a minha vida e acredito que o que tenho lido é absolutamente verdadeiro”. Mas quando a pergunta é um pouco diferente, “você acredita que essas verdades são verdadeiras para você exatamente agora?”, talvez a resposta mostre um pouco de hesitação, como, por exemplo, “eu ainda tenho muito a demonstrar”.
Nesta época de Natal, muitos cristãos ao redor do mundo estão pacificamente se regozijando com o advento do Cristo e sua promessa para o mundo. Outros estão em regiões devastadas por guerras, fazendo o melhor que podem para continuar a ter fé.
Em minha cidade, com mais frequência do que nunca as bandeiras parecem estar a meio mastro, indicando o falecimento de pessoas reverenciadas. Elas me fazem lembrar de que a cada dia milhões de pessoas estão de luto pela perda de alguém.
Existem pessoas que se sentem muito próximas de Deus. Elas acreditam que Deus cuida delas e que podem contar com Sua proteção.