Recentemente, minha esposa e eu celebramos nosso sétimo aniversário de casamento. O dia em que me casei com a “mulher dos meus sonhos” foi também o dia em que me tornei padrasto de duas garotinhas adoráveis, de cinco e sete anos. Pensava que minha experiência de seis anos como tio dos filhos dos meus irmãos havia me preparado bem, mas logo descobri que ser um padrasto era muito mais desafiador.
Por exemplo, logo no início, toda vez que uma das meninas dizia: “Você não é meu pai de verdade”, eu ficava arrasado.
Portanto, procurando compreender melhor as questões com as quais estava lidando, sobre como ser um bom padrasto, decidi comprar um livro intitulado The Complete Idiot's Guide to Stepparenting (O Guia Completo e Básico para ser um Padrasto ou uma Madrasta, Ericka Lutz, Nova Iorque, Alpha Books, Prentice Hall, MacMillan Publishing, 1998). O primeiro capítulo falava sobre “mitos” e “realidades” de ser um padrasto ou uma madrasta, e dava alguns conselhos a respeito das expectativas de amor em famílias com enteados. O livro afirmava que, embora a grande expectativa fosse a de que os enteados, padrasto ou madrasta se amassem uns aos outros: “O amor não é uma exigência. Os enteados não têm de amar você e você não tem de amar os enteados...”. O livro continuava recomendando: “Redefina suas expectativas e rebaixe suas metas”.
Faça o login para visualizar esta página
Para ter acesso total aos Arautos, ative uma conta usando sua assinatura do Arauto impresso, ou faça uma assinatura para o JSH-Online ainda hoje!