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O direito de não ter medo

Da edição de agosto de 1979 dO Arauto da Ciência Cristã


Direitos humanos fundamentais. É cada vez maior o número das pessoas que os procuram. E amplia-se a percepção do que é que constitui um “direito”.

O que é um direito humano? Qual a autoridade que faz de uma necessidade percebida um direito? Muitíssimas vezes, quando se sente que determinada atividade significa progresso para a sociedade e é profundamente justa para o indíviduo, essa passa a ser descrita como um “direito”. Ora, o que estamos dizendo realmente é que justiça, compaixão, integridade, impeliram-nos a clamar pelo reconhecimento mais amplo de certos valores básicos.

Muitas nações sustentam tais direitos. Vários estadistas têm clamado por uma conscientização mais plena desses direitos e pela implementação deles. Franklin D. Roosevelt, por exemplo, partilhou alguns vislumbres que tocaram de leve sua visão do futuro. Numa mensagem dirigida ao Congresso dos Estados Unidos — amplamente conhecida como seu discurso das Quatro Liberdades — esse Presidente falou de quatro direitos essenciais: liberdade de palavra e expressão; liberdade de adorar a Deus; liberdade de não sofrer carência; e liberdade de não ter medo.Message to Congress, 6 de janeiro de 1941;

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