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Original para a Internet

A doce presença de Deus traz cura

Da edição de agosto de 2020 dO Arauto da Ciência Cristã

Publicado anteriormente como um original para a Internet em 15 de junho de 2020.


Logo após eu ter voltado de uma viagem a outro estado, em visita à minha família, comecei a sentir sintomas do que pensei ser talvez uma doença contagiosa.

No primeiro dia, não tive apetite para comer nada. Fiquei na cama, sonolenta e abatida, mas resolvi não dormir, pois era evidente que eu precisava ficar acordada e orar. Visto que durante toda minha vida fui estudante da Ciência Cristã, eu sabia que esse estado físico certamente não vinha do amoroso Deus que eu viera a conhecer e a nEle confiar, ao longo dos anos. Tinha profunda confiança em que Deus me curaria e que a Ciência do Cristo, a Verdade, estava mais do que apta a realizar a cura.

Na página 93 de seu livro Miscellaneous Writings [Escritos Diversos] 1883-1896, Mary Baker Eddy afirma: “O medo é a crença de que haja sensação na matéria; essa crença não é nem sustentada pela Ciência nem apoiada em fatos, e existe apenas como fábula”, e “...nem o medo nem o pecado podem causar a doença ou trazê-la de volta, visto que a doença não existe na realidade”. Encorajada por essas duas afirmações, continuei com minhas orações, sem medo e com a resolução de ouvir unicamente a orientação de Deus.

Embora eu mal pudesse sair da cama nesse primeiro dia, senti-me muito animada pelo sustento espiritual que meu Pai-Mãe Deus estava me proporcionando. Eu me propus mentalmente a não aceitar nem ceder a qualquer sugestão de que a doença tivesse de seguir seu curso. A Sra. Eddy, a Descobridora e Fundadora da Ciência Cristã, escreve: “A transmissão da doença e de certas idiossincrasias da mente mortal seria impossível se este grandioso fato a respeito do existir fosse compreendido — isto é, que nada de desarmonioso pode invadir o existir, pois a Vida é Deus” (Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, p. 228).

Veio-me a ideia de que se eu realmente compreendesse que não estava doente, seria natural e normal levantar-me da cama e comer um pouco, e foi o que fiz. No dia seguinte, eu estava plena de jubilosa inspiração e andei com um pouco mais de facilidade, mas novamente consegui comer somente uma pequena porção.

No terceiro dia, veio-me ao pensamento a palavra pneumonia, mas logo reconheci que essa não era a realidade espiritual, e sim um rótulo afixado à crença mesmérica de que a doença tenha inteligência e consiga se formar, se autoperpetuar e se espalhar. Vi claramente que a doença não tem nenhuma existência nem poder, pois Deus é Tudo e o bem que Ele é preenche todo o espaço. Isso rompeu o mesmerismo e em poucos dias a sugestão de que eu pudesse sofrer de pneumonia cessou de me vir à mente.

Durante esse período, entrei em contato com uma praticista anunciada na lista do The Christian Science Journal, para ter tratamento metafísico mediante a oração. Percebi que ficava observando o progresso físico como se estivesse medindo a cura, em vez de permanecer firme no reconhecimento de minha natureza espiritual, sendo já uma ideia perfeita do Espírito. A praticista salientou que cada estágio sucessivo de crescimento espiritual não revela fases de evolução física, mas sim, revela mais e mais nossa identidade espiritual, ou seja, nossa perfeita identidade espiritual como imagem de Deus. Se acreditarmos que nossa identidade está em um corpo material que precisa melhorar, então nos abrimos para a crença de que vivemos em um corpo físico que pode regredir.

Corrigi esse estado mental e logo depois os sintomas desapareceram. Podem imaginar minha gratidão por essa cura, bem como pelo progresso espiritual que me levou a ela!

Enquanto estava enfrentando esse desafio, fiquei sabendo que outros, em minha comunidade, também estavam enfrentando doenças contagiosas. Eu continuei a reconhecer, em minhas orações, que todos na comunidade podiam sentir o abraço do amor que Deus tem por todos os Seus filhos e filhas, todos unidos com nosso Criador. Também entendi que, na realidade, só estava ocorrendo a transmissão do bem de Deus para todos, como havia acontecido comigo.

Como resultado de minhas orações e das orações cheias de amor da praticista, eu vi, mais uma vez, uma nítida prova de que o poder de Deus é adequado para curar e satisfazer todas as necessidades da humanidade. Sinto humilde gratidão por ser estudante da Ciência Cristã por toda a minha vida. Também agradeço pela suave disciplina do nosso divino Pastor, que me conduziu a um estudo mais profundo da Ciência Cristã em todos esses anos, e deu-me mais disposição para ser obediente, e deixar de lado minha própria vontade em favor da boa vontade de Deus para todos.

Audys Dodge Losche
Carson City, Nevada, EUA

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A Missão dO Arauto

Quando Mary Baker Eddy estabeleceu O Arauto em 1903, ela disse que sua missão era a de "anunciar a atividade e a disponibilidade universal da Verdade" (The First Church of Christ, Scientist, and Miscellany, p. 353).

O Arauto registra, em suas páginas, a transformação que ocorre na vida de muita gente e mostra que cada um de nós pode chegar à Verdade.

Que alegria pensar que o efeito da Verdade atua na consciência humana, trazendo cura e renovação! Nosso Mestre, Cristo Jesus, nos prometeu algo que de fato está se cumprindo: "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará" (João 8:32).

Cyril Rakhmanoff, O Arauto da Ciência Cristã, edição de julho de 1998
Conheça melhor O Arauto e sua missão.