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O homem — sua filiação com Deus

Da edição de maio de 1981 dO Arauto da Ciência Cristã


Para os que curou, Cristo Jesus trouxe um lampejo da perfeição do homem espiritual e individual, a imagem do Amor divino. Com seu próprio exemplo, ele expôs a eterna união entre o homem e Deus. Ele via cada pessoa como a um filho de Deus. Devotou seu ministério a provar a vontade de Deus para a humanidade, e esta vontade inclui saúde, bem como abundância e relações harmoniosas. Deu provas do domínio que a natureza cristã tem sobre o ódio e a mortalidade, e em sua ascensão desfez-se completamente do homem mortal, que é só uma contrafação. Se desejamos superar as limitações e fraquezas de uma herança mortal, precisamos demonstrar nossa filiação como idéias individualizadas de Deus e compreender claramente a inquebrantável relação que há entre o homem e o Pai. Precisamos refletir o Amor divino como a própria fonte e substância de nosso ser e no Amor encontrar a essência e a perfeição da filiação verdadeira.

Encarando o mundo ao nosso redor, podemos julgar que tal estado de pensamento seja demasiadamente idealista. Que dizer das epidemias e da fome, do terror e da incerteza, que assaltam a humanidade? Que dizer do ódio, da inveja, da maldade que tão amiúde motivam a humanidade? Graças à revelação de que Deus é Tudo, feita na Ciência CristãChristian Science (kris’tiann sai’ennss), podemos reivindicar e comprovar a presença e o poder infinitos do Amor divino irresistível — o Amor que é Deus, o Amor que é Vida. O Amor é o Deus eterno, o Todo-poderoso, e o homem é Seu filho muito amado. O Amor é onipotente, e nunca existiu nenhum outro poder.

Pelo sentido espiritual, Maria, a mãe de Jesus, deu-se conta de que Deus é o Pai. Mary Baker Eddy, Descobridora e Fundadora da Ciência Cristã, percebia com tal clareza que Deus é o Princípio divino, o Amor, que lhe foi possível revelar que a natureza e a atividade criadora de Deus englobam tanto a paternidade de Deus como a Sua maternidade. A Ciência Cristã demostra que por ser Deus a Mãe, bem como o Pai, o descendente de Deus é a manifestação completa da natureza divina. O Cristo, a Verdade, traz à luz esta relação perfeita entre o homem e Deus. Jesus profetizou a vinda do Consolador, ou Ciência divina, para guiar-nos a toda verdade. A Sra. Eddy escreve: “O homem e a mulher, coexistentes e eternos com Deus, refletem para sempre, em qualidade glorificada, o infinito Pai-Mãe Deus.” Ciência e Saúde, p. 516. O Pai-Mãe é um só, e esse um é Deus, e essa unidade reflete-se no homem. Cada idéia, do infinito ao infinitésimo, encontra-se individualizada, e sua harmonia encontra-se na unicidade do Princípio, a unicidade do Espírito, Deus, a única substância.

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