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A fábula dos dois cavaleiros

Da edição de julho de 1985 dO Arauto da Ciência Cristã


Certa vez havia um cavaleiro mau que rondava uma região, amedrontando a todos. Ninguém sabia quem ele era, pois o visor de seu capacete estava sempre abaixado. À mera menção de sua vinda, as pessoas fugiam para dentro de suas casas, trancavam as portas, fechavam as persianas e sentavam-se trêmulas no escuro.

Um cavaleiro bom e corajoso, ao retornar de uma missão em terra distante, decidiu livrar a comunidade daquela ameaça. Perseguindo o cavaleiro mau, alcançou-o; empenhou-se com ele numa luta e tirou-o do cavalo. No intento de liqüidá-lo, o cavaleiro bom levantou-lhe o visor do capacete para ver quem era seu antagonista. Não havia ninguém ali. A amedrontadora armadura estava vazia.

Essa fábula ilustra a natureza de todo erro, o qual, na Ciência Cristã, é chamado mente mortal ou magnetismo animal. A Sra. Eddy começa assim sua definição de “mente mortal”, no Glossário de Ciência e Saúde: “O nada, que pretende ser alguma coisa, pois a Mente é imortal; mitologia ....” A mesma definição conclui: “... aquilo que não existe na Ciência, nem pode ser reconhecido pelo sentido espiritual; pecado; doença; morte.” Ciência e Saúde, pp. 591–592.

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