Um dia pela manhã, indo a pé para a igreja, onde iria tocar o piano na Escola Dominical da Ciência Cristã, fiquei com medo de chegar atrasado, porque um dos calcanhares estava doendo cada vez mais. A dor tinha começado no dia anterior, quando estava andando para a biblioteca. Eu havia orado, na ocasião, mas o problema continuava.
Por isso, no domingo, fui andando devagar, na esperança de que assim a dor diminuiria. Não diminuiu. Pensei em pegar um táxi, mas achei ridículo porque moro bem perto, e também porque não queria perder a oportunidade de resolver o problema por meio dos ensinamentos da Ciência Cristã. Assim, disse a mim mesmo que, prestando atenção ao que Deus tinha para me dizer, eu poderia ser curado.
Vale a pena mencionar aqui que a sugestão material — que na Ciência Cristã chamamos mente mortal — sempre alega que estamos separados de Deus ou distantes dEle. Naquele domingo, senti-me tentado a simplesmente ir à igreja rapidinho, evitando enfrentar o problema, e também fui tentado a pensar que não me lembrava de nenhuma verdade espiritual, a respeito de Deus e do homem, que pudesse ser aplicada prontamente. Mas em seguida o pensamento que me ocorreu foi o de que Deus, a Mente divina, está sempre comunicando Suas ideias ao homem, espontaneamente, e Deus não esquece de nada.
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